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Na pandemia, estudantes da saúde identificaram melhora em algumas habilidades socioemocionais
Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP entrevistaram 954 estudantes da área da saúde, moradores das regiões Sul e Sudeste do Brasil, para um estudo sobre a autopercepção dos impactos da crise mundial na vida acadêmica. O objetivo era identificar como os universitários têm percebido o desenvolvimento ou o aprimoramento de habilidades socioemocionais durante a pandemia.
Um grupo internacional de cientistas, incluindo brasileiros, reuniu 123.984 exames de ressonância magnética para mapear o desenvolvimento do cérebro humano desde as primeiras semanas do feto até os 100 anos de idade. Com esse banco, foram montados gráficos que mostram a evolução cerebral ao longo dos anos, incluindo fases de rápida expansão no início da vida e de redução do tamanho do órgão durante o envelhecimento.
Nos primeiros meses da pandemia, em 2020, os Estados Unidos proibiram um dos principais fabricantes de máscaras do país de exportar seus produtos e interceptaram a compra de um carregamento de 200 mil respiradores artificiais fabricados pela China e adquiridos pela Alemanha, pagando mais pelos produtos e limitando sua oferta para outros países. Em um panorama global marcado pelo enfraquecimento das relações multilaterais, o caso ilustra estratégias adotadas por alguns governos no combate à disseminação do vírus Sars-CoV-2, caracterizadas pela busca de soluções nacionais.
Um estudo publicado em 8 de abril na revista Nature por um consórcio internacional de cientistas revelou que existem pelo menos 120 genes envolvidos com a esquizofrenia. A partir de dados do DNA de cerca de 300 mil pessoas, o grupo, que inclui pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), demonstrou uma relação causal entre esses genes e quadros da doença.