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Estudo revela conjunto de genes desregulados no câncer de pâncreas e aponta potenciais alvos terapêuticos
Entre as muitas descobertas resultantes do Projeto Genoma Humano, concluído em 2003, está o fato de que grande parte dos genes humanos não gera RNAs que codificam proteínas – na verdade, apenas cerca de 5% têm essa função. Trata-se de uma classe que ficou conhecida como DNA lixo e que, durante as duas últimas décadas, foi deixada de lado quando o assunto é o tratamento de doenças como câncer. Se até agora os grandes alvos terapêuticos têm sido os RNAs mensageiros (que servem de molde para a síntese de proteínas), atualmente os pesquisadores chegam cada vez mais perto de descobrir que esses RNAs não codificadores podem, sim, ter funções importantes. É o caso de um estudo publicado recentemente na revista "Cellular
Neste domingo (3), celebramos o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial. Mas, apesar da criação de leis afirmativas em combate a discriminação – como a Lei nº 1.390, que trata sobre penalidades às práticas de atos resultantes do preconceito de raça ou de cor –, assim como a elaboração das cotas raciais como forma de instrumento de equidade para o ingresso no ensino superior, a luta contra o preconceito ainda é necessária.
Um estudo investiga o uso de amido extraído da mandioca aliado a fungos amazônicos no tratamento do câncer de pele. Com apoio do Governo do Estado do Amazonas via Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam), a pesquisa pretende criar curativos para liberação controlada de medicamentos que serão aplicados na pele e terão atividades anticâncer e cicatrizante. O projeto deve ser concluído no segundo semestre de 2023.
O mês de junho trouxe mais incertezas para a comunidade científica brasileira, que não sabe se poderá contar com os recursos que haviam sido garantidos para este ano. No dia 30 de maio, o governo publicou um decreto alterando sua programação orçamentária e financeira, bloqueando o repasse de R$ 8,239 bilhões para várias áreas – o orçamento aprovado no início do ano não é repassado aos ministérios de uma só vez, mas em etapas, ao longo do ano. A medida abarca apenas despesas discricionárias, restos a pagar e investimentos, ficando de fora as legalmente obrigatórias, como pagamento de pessoal. O objetivo é acomodar o orçamento federal ao teto de gastos previsto na Emenda Constitucional nº 95, aprovada em 2016 no governo de Michel Temer. Dados do relatório “Avaliação de receitas e despesas primárias” referente ao segundo bimestre indicaram que as despesas primárias do governo estavam R$ 6,945 bilhões acima do limite constitucional.