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No Dia Mundial das Zoonoses, saiba mais sobre doenças transmitidas por animais
O dia 6 de julho marca um importante acontecimento para a saúde global. Nesta data, em 1885, o cientista francês Louis Pasteur ministrou a primeira vacina antirrábica, descoberta que à época salvou a vida de um menino de nove anos e, desde então, a de milhares de pessoas ao redor do planeta. Em homenagem a esse episódio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu a data como o Dia Mundial das Zoonoses, ocasião cujo objetivo é reforçar as principais medidas de prevenção a doenças infecciosas que são transmitidas por meio de animais aos seres humanos.
Entre as muitas descobertas resultantes do Projeto Genoma Humano, concluído em 2003, está o fato de que grande parte dos genes humanos não gera RNAs que codificam proteínas – na verdade, apenas cerca de 5% têm essa função. Trata-se de uma classe que ficou conhecida como DNA lixo e que, durante as duas últimas décadas, foi deixada de lado quando o assunto é o tratamento de doenças como câncer. Se até agora os grandes alvos terapêuticos têm sido os RNAs mensageiros (que servem de molde para a síntese de proteínas), atualmente os pesquisadores chegam cada vez mais perto de descobrir que esses RNAs não codificadores podem, sim, ter funções importantes. É o caso de um estudo publicado recentemente na revista "Cellular
Neste domingo (3), celebramos o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial. Mas, apesar da criação de leis afirmativas em combate a discriminação – como a Lei nº 1.390, que trata sobre penalidades às práticas de atos resultantes do preconceito de raça ou de cor –, assim como a elaboração das cotas raciais como forma de instrumento de equidade para o ingresso no ensino superior, a luta contra o preconceito ainda é necessária.
Um estudo investiga o uso de amido extraído da mandioca aliado a fungos amazônicos no tratamento do câncer de pele. Com apoio do Governo do Estado do Amazonas via Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam), a pesquisa pretende criar curativos para liberação controlada de medicamentos que serão aplicados na pele e terão atividades anticâncer e cicatrizante. O projeto deve ser concluído no segundo semestre de 2023.