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Quando tomar remédios (ou não)

Uma coisa é certa: o brasileiro detesta tomar remédios. No Brasil, uma de cada três receitas médicas sequer é aviada e vai parar na gaveta ou no lixo. Se a prescrição contém mais de três medicamentos, raras vezes são adquiridos e consumidos na totalidade, mesmo se forem gratuitos. Entre os portadores de doenças crônicas – como hipertensão, diabetes, colesterol elevado, insuficiência cardíaca e arritmias – menos de 20% estão controlados no país, principalmente devido à não adesão ao tratamento contínuo.

Por outro lado, cresce absurdamente no Brasil o consumo de suplementos, vitaminas, hormônios e compostos ditos naturais,

Como sobreviver sem as patentes?

O termo blockbuster (em português, arrasa-quarteirões) surgiu na língua inglesa, durante a II Guerra Mundial, para designar bombas aéreas potentes o suficiente para causar grandes estragos em áreas urbanas. Mas o termo pegou de vez a partir dos anos 1970, quando uma série de filmes de Hollywood, como Tubarão (1975) e Star Wars (1977), pulverizaram recordes de público e renda, e criaram uma nova tendência no entretenimento. Apostando em filmes de alto orçamento e premissas facilmente vendidas por equipes de marketing, a indústria se reinventou. Os grandes estúdios, desde então, passaram a investir em poucos e poderosos filmes para garantir a sua lucratividade.

RDC reúne regras para venda dos anorexígenos

A Anvisa publicou a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 133/2016 que trata da venda (dispensação) dos medicamentos à base de anfepramona, femproporex, mazindol e sibutramina.

A RDC 133/2016 reúne regras que estavam dispersas em outras normas da Anvisa que tratam de anorexígenos do tipo anfetamínico (anfepramona, mazindol, femproporex e fentermina) e sibutramina, como a RDC 50/2014 e a RDC 58/2014.

Dose diária
No caso da sibutramina,

A regulação do ciclo de desenvolvimento do parasita da malária

O termo transdução de sinal sempre foi bastante utilizado por físicos para descrever conversão de energia. Há algumas décadas, bioquímicos que estudam como sinais químicos – dentre outros – podem determinar o que ocorre dentro da célula passaram a empregar amplamente o mesmo termo.

Pesquisadores brasileiros identificaram em Plasmodium falciparum, espécie causadora da forma mais agressiva de malária em humanos, uma série de genes cuja expressão é modulada pelo hormônio melatonina produzido pelo organismo do hospedeiro.