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Tratamento de câncer de ovário ganha novo medicamento

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do medicamento novo Lynparza® (olaparibe), na forma farmacêutica cápsula dura. O novo medicamento Lynparza® (olaparibe) é indicado para o tratamento de manutenção de pacientes adultas com carcinoma de ovário seroso de alto grau (um tipo de câncer de ovário avançado), incluindo carcinoma da trompa de Falópio (parte do sistema reprodutor feminino que conecta os ovários ao útero) e carcinoma do peritônio (a membrana de revestimento do abdômen).

Lynparza® (olaparibe) é usado em pacientes que têm mutação (um defeito) em um dos dois genes conhecidos como BRCA1 e BRCA2 e que têm doença recorrente

Comissão Europeia concede aprovação condicional de comercialização para Venetoclax

A Comissão Europeia concedeu autorização condicional de comercialização para Venetoclax, como monoterapia, para o tratamento de leucemia linfocítica crônica (LLC) na presença de deleção do cromossomo 17 ou mutação no gene TP53 em pacientes adultos que não tinham indicação ou falharam ao tratamento com inibidor do receptor de célula B, ou que falharam na terapia combinada de inibidor de célula B e quimioterapia. Venetoclax foi aprovado pela Comissão Europeia como o primeiro medicamento em sua classe, para uso oral e de dose única diária que seletivamente inibe a função da proteína BCL-2.

Alteração genética pode causar depressão e esquizofrenia, indica estudo

A depressão pode afetar pessoas com predisposição genética para esquizofrenia, de acordo uma pesquisa liderada por cientistas da Universidade de Edimburgo (Escócia).

Quem tem esquizofrenia costuma ter alucinações, delírios, ouvir vozes, mas também pode ter sintomas semelhantes aos da depressão como alterações de humor.

Para os pesquisadores, o estudo confirma que as alterações genéticas podem aumentar o risco de doenças mentais e abre caminho para o estudo dos mecanismos biológicos que causam esses transtornos.

Cannabis pode aliviar a dor, mas há incertezas sobre riscos, diz estudo

A maconha pode ajudar a aliviar a dor de forma segura para alguns pacientes, mas muitas incertezas permanecem sobre seus riscos para a saúde e a segurança, de acordo com um amplo estudo.

Um comitê das Academias Nacionais de Ciências, Engenharia e Medicina dos Estados Unidos (NASEM) analisou mais de 10.000 artigos científicos para chegar às suas quase 100 conclusões.
O relatório de um painel de 17 membros oferece uma "revisão rigorosa das pesquisas científicas relevantes publicadas desde 1999", disse uma declaração da NASEM.