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Quais países exigem vacina de Febre Amarela?

Ao todo, no mundo, são 254 países (regiões) signatários, entre eles o Brasil. Desses, 60% (152 países) exigem o CIVP e 40% (102 países) não exigem. A maioria dos países que exigem estão na América do Sul, América Central, Ilhas localizadas no Caribe e na Oceania, África e Ásia, incluindo países do Oriente Médio.
Surto no Brasil
Não há novidade ou mudança de status do Brasil quanto à risco sanitário, junto à Organização Mundial da Saúde (OMS), apesar do surto de febre amarela nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Bahia. O Brasil já tinha febre amarela e também exige o certificado. Não há qualquer ação restritiva por parte dos países signatários do RSI e, portanto, do CIVP.

Pequenas empresas paulistas desenvolvem novas estratégias de combate ao vírus Zika

zicaAs estratégias de combate ao vírus Zika e ao mosquito Aedes aegypti devem ganhar reforços nos próximos meses. Um grupo de seis pequenas empresas paulistas desenvolverá, com apoio da FAPESP e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), repelentes à base de novos compostos naturais e armadilhas para captura do Aedes, entre outras soluções, a fim de aumentar as barreiras contra o vetor da Zika, dengue, chikungunya e da febre amarela.

Novos Formulários de Petição estão disponíveis

Já estão disponíveis os novos Formulário de Petição de Medicamentos e o Formulário de Petição de Clones.

Os FP1 e FP2 anteriores agora são um só documento, sem a necessidade de repetição das informações.

As antigas versões dos FPs estarão disponíveis até dia 25 de março de 2017. Após essa data, só serão aceitas petições protocolizadas nas novas versões. Existem dicas de preenchimento ao longo do formulário.
Também já está disponível o Manual de Preenchimento do Formulário de Petição de Medicamentos.

Nanopartícula inorgânica mostra potencial para ser usada como carreador de fármaco

Os hidróxidos duplos lamelares (HDLs) são nanopartículas inorgânicas formadas por camadas sobrepostas de elementos como magnésio, ferro e alumínio. Estudos recentes têm sugerido que esse tipo de material, também conhecido como argila aniônica ou composto do tipo hidrotalcita, pode ser usado como carreador de fármacos.

Com apoio da FAPESP, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) testaram em ratos a biocompatibilidade de implantes contendo HDL.