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Obesidade pode ser fator de risco para desenvolvimento de câncer

Nos últimos anos, um novo fator de risco para o câncer tem sido identificado em diversos estudos. A obesidade e o sobrepeso, já considerados uma epidemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS), podem favorecer o surgimento de importantes tumores, como na mama, estômago, cólon, pâncreas e endométrio. Contudo, ainda havia dúvidas sobre a força do papel desempenhado pela gordura no desenvolvimento da doença. Agora, uma equipe internacional de pesquisadores argumenta que há evidências suficientes para fazer essa associação.

Estudo aponta que dois remédios contra câncer agem também contra ebola e dengue

Em um novo estudo da Faculdade de Medicina da Universidade Stanford, os remédios erlotinib e sunitinib, usados há mais de uma década para o tratamento de câncer, foram testados em camundongos e se mostraram eficientes para enfraquecer os vírus do ebola e da dengue.
Os pesquisadores usaram a combinação destes dois fármacos durante vários dias -- em doses equivalentes àquelas declaradas seguras para pacientes com câncer. Os resultados demonstraram que tais doses melhoraram substancialmente as taxas de sobrevivência entre os camundongos infectados por dengue ou ebola.

Dieta com ciclos de jejum pode regenerar pâncreas diabético, diz estudo

Uma nova dieta com pequenos ciclos de jejum consegue fazer o pâncreas afetado pelo diabetes recuperar suas funções, afirmam pesquisadores americanos. Experimentos com cobaias mostraram que quando o órgão - que ajuda a controlar a taxa de açúcar no organismo - se regenerou, os sintomas da doença desapareceram.
O estudo, feito por um grupo da Universidade do Sul da Califórnia, foi publicado na revista científica "Cell".
Segundo os cientistas, a dieta consegue "reiniciar" o corpo e a descoberta é "potencialmente animadora" porque pode converter-se num novo tratamento do diabetes.

Antibiótico doxiciclina pode ser esperança no tratamento do Parkinson

Um estudo publicado na revista Scientific Reports, do grupo Nature, sugere que o medicamento antibiótico doxiciclina – usado há mais de meio século contra infecções bacterianas – pode ser indicado em doses mais baixas para o tratamento da doença de Parkinson.

Segundo os autores, a substância reduz a toxicidade de uma proteína conhecida como α-sinucleína, que em certas condições forma agregados que recobrem e lesam as células do sistema nervoso central. A morte dos neurônios dopaminérgicos (produtores do neurotransmissor dopamina) é o principal evento relacionado ao desenvolvimento