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Experimento mostra como remédio para pressão alta trata câncer de pele

medicamentopPara se proteger dos danos causados pela exposição excessiva aos raios UV, a medida mais utilizada e recomendada pelos médicos é o uso do filtro solar, que impede problemas graves, como o câncer de pele. Uma descoberta feita por acaso pode trazer mais uma opção para essa medida preventiva. Pesquisadores dos Estados Unidos identificaram que o medicamento carvedilol, usado para combater a hipertensão, também consegue evitar os danos causados pela luz solar. O experimento foi feito com ratos e os resultados, apresentados na reunião anual da Sociedade Americana de Farmacologia e Terapêutica Experimental,

Acromegalia ganha tratamento inédito no país

signiforO medicamento Signifor® LP (pamoato de pasireotida) recebeu, nesta segunda-feira (24/4), o registro da Anvisa. O produto é inédito no país e é indicado para o tratamento da acromegalia.

A acromegalia é uma doença que provoca o crescimento exagerado de algumas partes do corpo como as mãos e pés. A doença também pode causar mudanças no rosto das pessoas com a projeção da mandíbula, alargamento do nariz e espaçamento exagerado dos dentes.

Produzido transistor capaz de simular o funcionamento dos neurônios

transistorUm transistor capaz de simular algumas funcionalidades dos neurônios foi criado a partir de experimentos e modelagens realizados por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), da Universidade de Wurzburg, na Alemanha, e da Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos. O dispositivo, que possui partes micrométricas e partes nanométricas, consegue enxergar a luz, contar e armazenar informação em sua própria estrutura, prescindindo de uma unidade complementar de memória.

Teste em ratos mostra que cordão umbilical pode ser útil contra o Alzheimer

ratoA incidência de casos de Alzheimer aumenta consideravelmente à medida que a população envelhece — atingida a faixa dos 60 anos, a cada cinco, a taxa de pacientes dobra. Os tratamentos para essa doença neurodegenerativa, porém, não têm surgido com a mesma velocidade, apesar dos esforços de cientistas. Um grupo dos EUA tenta contê-la apostando em substâncias existentes antes mesmo do nascimento dos indivíduos: proteínas do cordão umbilical humano. Segundo eles, os resultados positivos obtidos em testes com ratos abrem a possibilidade para o desenvolvimento de medicamentos. Os resultados foram publicados na última edição da revista britânica Nature.