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Cientistas acharam uma forma de evitar o ganho de peso depois da menopausa

menopausa thumbPesquisadores encontraram uma maneira de evitar o aumento de peso em mulheres após a menopausa.
A descoberta, publicada nesta quarta na revista Nature, envolve um anticorpo que foi testado com eficácia em um rato como modelo de menopausa.
O anticorpo foi capaz de aumentar o ganho de massa óssea e reduzir a gordura corporal. Isso resolveria dois problemas femininos de uma vez só, já que a menopausa pode trazer osteoporose e ganho de peso, levando à obesidade.

Convite

focepO FOCEP (Fórum Permanente dos Comitês de Ética e Profissionais em Pesquisa) convida os membros relatores e secretários de CEP, pesquisadores, ONGs e demais interessados nos aspectos éticos e técnicos sobre a condução de pesquisa envolvendo seres humanos para participar da sua 40ª reunião.

Tema: O futuro do Sistema CEP/CONEP diante das novas perspectivas regulatórias

Data: Segunda feira - 05 de junho de 2017
Horário: 9h às 12h
Local da reunião: Câmara dos Vereadores de São Paulo - Viaduto Jacareí, 100 - Sala Oscar Pedroso Horta (1º SS)- São Paulo/SP

A participação nessa atividade é gratuita e você poderá se inscrever no local.

Esperamos por você!

Atenciosamente,
Comissão Executiva FOCEP

Promoção: FOCEP em parceria com a SBPPC
Apoio: Câmara Municipal de São Paulo - Gabinete do Vereador Paulo Frange

Nanopartícula revestida com antibiótico elimina bactérias resistentes

nanoparticulaUma nova estratégia para combater bactérias resistentes a antibióticos foi descrita por pesquisadores brasileiros na revista Scientific Reports, do grupo Nature.

O método consiste em revestir nanopartículas feitas de prata e sílica – potencialmente tóxicas para os microrganismos e também para as células humanas – com uma camada de antibiótico. Desse modo, por afinidade química, o nanofármaco age apenas sobre os patógenos, tornando-se inerte ao organismo.

Descoberto mecanismo celular que desencadeia síndrome rara

síndrome de Richieri Costa PereiraOs mecanismos celulares e de expressão gênica que levam à má-formação da mandíbula, traço mais característico da síndrome de Richieri-Costa Pereira, acabam de ser esclarecidos.

Pesquisadores do Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco (CEGH-CEL) e da Duke University, nos Estados Unidos, descobriram que nos casos da síndrome ocorrem problemas no processo de migração e diferenciação celular durante a formação do crânio e face, processos que ocorrem no primeiro trimestre de gestação humana.