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Pesquisadores desenvolvem vacina personalizada contra o câncer de pele

cancerpeleO nome “câncer” não faz jus à complexidade de um conjunto de doenças completamente diferentes entre elas e que variam de paciente para paciente. Por isso, o futuro do tratamento dos mais 100 tipos de tumores malignos conhecidos tem sido associado à individualização das terapias. Dois estudos publicados na edição desta semana da revista Nature avançaram nesse sentido, mostrando a viabilidade da produção de vacinas personalizadas para melanoma, tipo agressivo de câncer de pele. Embora muito iniciais, os trabalhos foram recebidos com entusiasmo pela classe médica.

Hospital testa técnica inovadora para câncer

einsteinO Albert Einstein, em São Paulo, é o primeiro hospital brasileiro a usar uma técnica inovadora em radioterapia para preparar pacientes para o transplante de medula óssea com menos efeitos colaterais: trata-se do Targeted Marrow Irradiation (TMI), procedimento desenvolvido pela equipe da University Hospitals of Cleveland, nos Estados Unidos, para “destruir” a medula óssea do paciente com uma irradiação mais focal, localizada, diminuindo o acesso da radiação a outros órgãos e tecidos sadios e, consequentemente, trazendo menos efeitos colaterais.

Estudo de células do sistema nervoso pode ajudar a desvendar doenças degenerativas

celulasMicróglia é um tipo de célula do sistema nervoso central com função similar à dos glóbulos brancos na corrente sanguínea. As micróglias fazem a vigilância ativa do tecido cerebral e da medula.

É sobre os genes de maior expressão na micróglia humana que trata uma colaboração entre pesquisadores do Brasil e da Holanda, cujos resultados foram publicados no site da revista Nature Neuroscience.

Cientistas da UFRJ conseguem parar o avanço do Alzheimer em animais

alzheimerCientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) conseguiram interromper o avanço do Alzheimer em animais. Eles desenvolveram um caminho novo pra atacar a doença.
A pesquisa dos cientistas brasileiros foi destaque em uma das principais publicações científicas, o "Jornal Americano de Neurociência". A doença atinge mais de um milhão de brasileiros e é o principal fator de demência nas pessoas mais velhas.
Os pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro focaram o estudo em uma substância produzida naturalmente pelo cérebro chamada de TGF beta 1.