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Exame de sangue criado por brasileiro detecta sinais precoces de câncer

examesangueO diagnóstico precoce do câncer pode aumentar consideravelmente as chances de cura, mas muitos tumores são detectados em estágio avançado. Para otimizar a identificação de tumores, um ex-aluno da Universidade de Brasília (UnB) trabalha na criação de uma técnica de análise mais refinada do que as utilizadas atualmente. Para isso, combinou princípios da biópsia líquida, um exame de identificação de sinais de cancros em amostras de sangue, com modelos de inteligência artificial. Os resultados foram publicados na última edição da revista britânica Nature.

Interação entre hormônio e gordura que aquece o corpo é chave da saciedade

obesidadeA conexão entre o estômago e o cérebro é conhecida por especialistas e alvo de investigações científicas. Um grupo internacional de estudiosos conseguiu desvendar um mecanismo sobre essa relação que pode ser extremamente útil no combate ao peso. Em experimento com ratos, os pesquisadores observaram que o hormônio intestinal secretina — que transmite sinais de saciedade ao cérebro — age em conjunto com a gordura marrom, que é responsável por aquecer o corpo. As descobertas foram publicadas na última edição da revista especializada "Cell".

Depressão deve ser prevenida a partir da infância, avaliam especialistas

depressaoConsiderada o mal do século pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão já desponta como a terceira maior doença entre adolescentes e é a segunda principal causa de morte de jovens entre 15 e 25 anos no mundo.

A fim de prevenir o desenvolvimento desse transtorno mental nessa fase da vida é preciso dotar as crianças de habilidades socioemocionais para que sejam capazes, desde cedo, de lidar melhor com emoções e situações de estresse que possam desencadear a doença no futuro.

Tratamento de esclerose sistêmica destrói e reconstrói sistema imune

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Ilustração: Reprodução / BruceBlaus via Wikimedia Commons CC BY-SA 4.0
Esclerose sistêmica é o nome de uma doença autoimune que possui como característica inflamações crônicas na pele, o que a torna rígida e passa a atrapalhar os movimentos. Pesquisadores do Centro de Terapia Celular (CTC) da USP desenvolveram um estudo a respeito da resposta do transplante autólogo de células-tronco para tratar os casos mais extremos.