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Bactérias do intestino podem ser usadas para prever ocorrência de câncer colorretal

cancerretalO microbioma, conjunto de microrganismos presentes no intestino, pode ser usado para prever a ocorrência do câncer colorretal – o segundo tipo mais frequente em mulheres e o terceiro entre os homens.
Uma pesquisa feita por uma equipe internacional, com participação brasileira, identificou padrões no microbioma intestinal – que independem da cultura alimentar das populações estudadas – e detectou associação entre alterações nesse padrão e a ocorrência de câncer colorretal. Adescoberta abre caminho para o desenvolvimento de exames não invasivos capazes de prever a ocorrência da doença.

Remédio para diabetes também trata Alzheimer, diz estudo norte-americano

medicamento2Um medicamento usado no tratamento de diabetes pode ser a chave para tratar doenças neurodegenerativas. A descoberta foi feita por um grupo de cientistas em testes com ratos. A droga potencializou um mecanismo neural que combate o acúmulo da proteína tau, que está relacionada a doenças como o Alzheimer. Os resultados foram publicados na última edição da revista Science Translational Medicine e, segundo os autores do estudo, podem ajudar futuramente no desenvolvimento de drogas que tratem

FOCEP - próxima reunião 24 de abril

logo template1Quem pode participar das reuniões do Focep?
Todas as pessoas com qualquer interesse em pesquisa clínica; seja um participante de pesquisa ou seus representantes, membros e secretários de Comitês de Ética, monitores, investigadores, coordenadores ou patrocinadores de estudos, universitários, enfim, todos podem participar de nossos fóruns.
A próxima reunião do FOCEP será no dia 24 de abril, na Câmara Municipal de São Paulo. (Viaduto Jacareí, 100.)

Horário: das 10h às 12h

Evento gratuito e não há necessidade de fazer inscrição.

Estudo identifica novas funções de molécula envolvida no melanoma

melanomaNovos testes em animais e em células de melanoma em cultura mostraram que uma molécula conhecida como RMEL3, presente na maioria dos casos desse tipo agressivo de câncer de pele, tem função importante na sobrevivência e na proliferação do tumor. Os novos achados reforçam estudos anteriores, segundo os quais a inibição do RMEL3 pode ser uma nova opção de tratamento, auxiliando nos casos resistentes ao medicamento mais usado hoje.