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Pesquisadores estão mais perto de descobrir a origem do Parkinson
A análise genética tem sido uma das ferramentas mais usadas em pesquisas médicas. A observação detalhada obtida por meio dessa tecnologia é uma grande aliada na busca por causas de enfermidades ainda não bem compreendidas. Graças a esse recurso, pesquisadores norte-americanos conseguiram identificar fatores moleculares envolvidos no Parkinson, um problema neuromotor que atinge a população idosa. Os dados, apresentados na última edição da revista Nature Communications, podem ajudar no desenvolvimento de novas terapias.
A partir de células sanguíneas humanas, pesquisadores brasileiros conseguiram obter organoides hepáticos – ou minifígados – capazes de exercer as funções típicas do órgão, como produção de proteínas vitais, secreção e armazenamento de substâncias. A inovação permite a produção de tecido hepático no laboratório em apenas 90 dias e pode se tornar, no futuro, uma alternativa ao transplante de órgãos.
O mundo está mobilizado contra a resistência antimicrobiana, eleita pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das dez maiores ameaças à saúde pública global. Sem a tomada de ações, estima-se que até 2050 o problema causará, anualmente, a perda de 10 milhões de vidas em todo o mundo, além de um prejuízo econômico de 100 trilhões de dólares. Neste ano, a principal mobilização acontece de 18 a 24 de novembro, durante a Semana Mundial de Conscientização sobre Antimicrobianos. A ação conta com o apoio da Coalizão Internacional de Autoridades Reguladoras de Medicamentos
Com o objetivo de reduzir o preço da insulina em todo o mundo e aumentar o número de pessoas em tratamento contra a diabete. A Organização Mundial de Saúde (OMS) quer aprovar versões genéricas da droga para encorajar as farmacêuticas a entrarem no mercado. Nesta semana, a OMS lançou um programa-piloto para avaliar a insulina humana produzida por diversos fabricantes. A ideia é fazer uma pré-qualificação para testar e aprovar as novas versões genéricas. Hoje, apenas três empresas controlam a maior parte da produção mundial. Aumentando a competição, a expectativa é de que os preços caiam.