Pesquisa investiga transplante de células-tronco no tratamento da esclerose sistêmica
Uma pesquisa feita no Centro de Terapia Celular (CTC) – um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) financiado pela FAPESP e sediado na USP – avaliou os mecanismos imunológicos relacionados à resposta terapêutica do transplante autólogo de células-tronco hematopoéticas em pacientes com esclerose sistêmica.




A busca para entender como nossos genes funcionam começou em meados do século 19, quando o biólogo e monge Gregor Mendel chegou a uma conclusão surpreendente sobre as características das plantas. Mendel cruzou pés de ervilha de flores roxas com outros de flores brancas e verificou que os pés resultantes possuíam flores roxas. Por outro lado, surpreendeu-se ao descobrir que a terceira geração apresentava flores de ambas as cores. Tal resposta chegou muito mais tarde. Foi apenas no século seguinte que a própria estrutura do DNA foi descoberta. Em 1953, com base no trabalho
O câncer de pâncreas, um dos mais agressivos, é responsável por cerca de 5% das mortes por tumores em todo o mundo. Dependendo do tipo e do tempo decorrido para o diagnóstico, a sobrevida do paciente é baixíssima e as alternativas terapêuticas escassas, devido a metástases e ao comprometimento funcional de outros órgãos, particularmente do fígado. Inquietado pela agressividade desse tumor, o professor Wagner José Fávaro, do Departamento de Biologia Estrutural e Funcional do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp, orientou pesquisa visando caracterizar a histopatologia e a progressão da doença, bem como comparar os efeitos da imunoterapia associada à quimioterapia sobre ela. O estudo verificando o papel da imunoterapia, que utiliza o sistema imunológico
Até o próximo dia 8 de fevereiro estão abertas duas consultas públicas para atualizar a Farmacopeia Brasileira. A primeira é a Consulta Pública 443/2017 propõe a