Estudo identifica novo mecanismo de regulação da inflamação sistêmica
Cientistas do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) descobriram que macrófagos do baço e do fígado se comunicam e atuam na regulação da inflamação sistêmica, resposta natural do sistema imune a infecções mais graves.
A descoberta abre novas perspectivas para entender melhor a importância da comunicação entre órgãos em infecções graves ou generalizadas, o que pode servir como base para estudar novos tratamentos.
A pesquisa foi publicada em artigo na revista Science Signaling e teve apoio da FAPESP pelo Projeto Temático “Hipotermia na sepse: causas e consequências”.
Macrófagos são células do sistema imune responsáveis por fiscalizar alterações




Pesquisadores da Universidade São Francisco (USF), em colaboração com colegas da Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos, e da Universidade Presbiteriana Mackenzie, desenvolveram uma tecnologia que permite detectar em menos de um minuto o SARS-CoV-2 diretamente de swabs (cotonetes) nasais, empregados para coletar amostras de secreções nasofaríngeas para a realização de teste para diagnóstico de COVID-19.
A terapia fotodinâmica com o uso de clorina e-6, um fotossensibilizador comercializado no Brasil, se mostrou eficaz no tratamento auxiliar de cárie dentária, podendo ser aplicada em consultórios. A técnica teve efeitos antimicrobianos, inibindo, in vitro, a atividade de placa bacteriana (biofilme) com vários tipos de microrganismos cariogênicos, entre eles o Streptococcus mutans, um dos mais comuns.
O preenchimento dérmico é um procedimento amplamente utilizado para corrigir rugas, cicatrizes ou sulcos na pele. A técnica, que tem um mercado global estimado em US$ 9,4 bilhões até 2028, consiste na aplicação de injeções de ácido hialurônico na região a ser tratada.