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Estudo comprova que novo coronavírus afeta o cérebro e detalha seus efeitos nas células nervosas
Estudo brasileiro divulgado ontem (13/10) na plataforma medRxiv comprova que o vírus SARS-CoV-2 é capaz de infectar células do tecido cerebral, tendo como principal alvo os astrócitos. Os resultados revelam ainda que mesmo os indivíduos que tiveram a forma leve da COVID-19 podem apresentar alterações significativas na estrutura do córtex – região do cérebro mais rica em neurônios e responsável por funções complexas como memória, atenção, consciência e linguagem.
A investigação foi conduzida por diversos grupos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)




Em cirurgias do globo ocular, o processo de anestesia pode causar sofrimento e dor no paciente. Afinal, visualizar uma agulha vindo em direção ao seu olho não é nada confortável. Em cirurgias em que há remoção e substituição do vítreo, fluido gelatinoso do globo ocular (vitrectomia), há duas técnicas normalmente aplicadas: a peribulbar e a subtenoniana. Mas qual delas poderia proporcionar menores índices de sofrimento ao paciente? A busca por uma resposta levou cientistas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP a avaliarem em pesquisa as duas técnicas de anestesia.“Trata-se do primeiro estudo
Um material desenvolvido pela empresa Golden Technology em parceria com o Instituto de Química (IQ) e o Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), ambos da USP, se mostrou capaz de inativar o coronavírus de forma prolongada em máscaras cirúrgicas. Resultado de um investimento de 2 milhões de reais, o produto foi testado no Laboratório de Virologia Clínica e Molecular do ICB, coordenado pelo pesquisador Edison Luiz Durigon, onde foi aprovado com 99,9% de eficácia na eliminação do vírus. Batizada de Phitta Mask, a nova máscara está em processo de aprovação na Anvisa e já está disponível no mercado ao custo de R$ 1,70
Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) será o primeiro centro de pesquisa da América do Sul a testar os efeitos terapêuticos da magnetoconvulsoterapia, nova técnica de tratamento para a depressão grave que já é estudada em instituições de Dallas e Nova York (Estados Unidos), Toronto (Canadá) e Freiburg (Alemanha). A magnetoconvulsoterapia usa campos eletromagnéticos e é destinada a pacientes que não apresentam uma resposta adequada ao tratamento com medicamentos e outras terapias, apresentando menos efeitos colaterais que o método tradicional, a eletroconvulsoterapia (ECT), feita com corrente elétrica. Os testes com o novo tratamento terão início em março de 2021.