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Combinar diferentes vacinas poderia ampliar a proteção contra a COVID-19, avaliam cientistas
Mesmo antes de a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciar a COVID-19 como uma emergência de saúde pública de importância internacional, em março deste ano, a busca por uma vacina já tinha começado em diversas partes do mundo. Alguns desses estudos têm avançado com uma velocidade sem precedentes na história e, apenas sete meses após o surgimento do SARS-CoV-2, 18 das mais de 140 formulações criadas a partir de diferentes conceitos já estão sendo testadas em seres humanos.


Não estava no script. Embora há tempos cientistas alertassem sobre a emergência de micro-organismos com potencial de impactar severamente a saúde global, ninguém esperava tamanha reviravolta nos planos individuais e sociais neste início de nova década. As mudanças que o mundo se viu obrigado a adotar diante da ameaça da covid-19 não são passageiras, segundo especialistas. O novo normal afeta a forma como a saúde pessoal e pública serão manejadas, dizem. “Hábitos como higiene frequente das mãos, evitar tocar a face sem higienizar as mãos previamente, uso de máscaras faciais em locais públicos, distanciamento físico entre pessoas e evitar aglomerações
Julho já começou com uma boa notícia e a vacina experimental contra o novo coronavírus produzida pela gigante farmacêutica Pfizer em parceria com a empresa de biotecnologia BioNTech demonstrou bons resultados em testes com humanos. A vacina estimulou a resposta imune dos pacientes saudáveis, mas também causou efeitos colaterais, como febre, em doses mais altas.
Após um período-piloto de testes e de consultas à comunidade de pesquisa, entrou em operação hoje (01/07) o COVID-19 Data Sharing/BR, o primeiro repositório de dados abertos do Brasil com dados demográficos e exames clínicos e laboratoriais de pacientes que fizeram testes para COVID-19 em unidades laboratoriais no país e em hospitais do Estado de São Paulo.