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Mais perto das vacinas
Novembro trouxe algum alento após quase um ano de pandemia e o início de uma segunda onda de casos de Covid-19 na Europa, nos Estados Unidos e possivelmente no Brasil. Em duas semanas, quatro das 11 empresas farmacêuticas e instituições de pesquisa com algum composto candidato a vacina em fase final de testes em seres humanos anunciaram seus resultados. Todas as formulações alcançaram índices de proteção contra o desenvolvimento da doença que, segundo a dose, variaram de 62% a 95%, superando os 50% inicialmente considerados aceitáveis pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e por agências regulatórias de vários países para uma vacina capaz de ajudar a conter a propagação de um vírus que já matou quase 1,5 milhão de pessoas no mundo.


Apesar dos números pequenos, sabe-se que aproximadamente 3.5%-5.9% da população mundial é afetada por alguma das mais de 6.000 doenças raras descritas. Justificando a importância do desenvolvimento de novas medicações para essas doenças e a necessidade da condução de estudos clínicos nessa população rara. No Brasil, de acordo com a ANVISA (RDC 205/17), as doenças raras são aquelas que afetam até 65 pessoas em cada 100.000 indivíduos. Profissionais de saúde terão que, muitas vezes sair da sua zona de conforto, e aprender a utilizar métodos estatísticos diferentes,
Ainda que ajude a controlar a propagação do novo coronavírus, o isolamento social pode induzir comportamentos prejudiciais à saúde, como ingerir alimentos de pior qualidade, passar mais tempo sentado em frente às telas e movimentar-se menos ao longo do dia. Especialistas estimam que a redução no nível de atividade física observada nos primeiros meses de
O Laboratório Aberto de Interatividade para Disseminação do Conhecimento Científico e Tecnológico (LAbI) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) convida pesquisadoras e pesquisadores de todo o Brasil que desenvolvem estudos relacionados à pandemia da COVID-19 para divulgar seus trabalhos na série de vídeos “Ciência contra a COVID-19”.