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Lançamento do módulo EAD do Projeto Q-CEP - REPRESENTANTES DE PARTICIPANTES DE PESQUISA
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O curso é gratuito e com a duração média de duas horas.
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Um novo composto indicado para combater a doença de Alzheimer, que afeta 30 milhões de pessoas no mundo, está gerando polêmica. Em 7 de junho, a Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos e alimentos dos Estados Unidos, liberou o uso do anticorpo monoclonal aducanumabe para combater a possível causa da doença. Produzido pela empresa de biotecnologia norte-americana Biogen, o medicamento Aduhelm é o primeiro aprovado contra o Alzheimer desde 2003 (The New York Times, 7 de junho). Diferentemente dos compostos em uso, que retardam o surgimento de sintomas, o novo remédio atuaria sobre a possível causa biológica da
Experimentos com organoides cerebrais, chamados popularmente de minicérebros, foram essenciais para a identificação do vírus zika como agente causador de microcefalia. Agora, esse mesmo modelo de estudo será usado por pesquisadores da Plataforma Científica Pasteur (SPPU, na sigla em inglês) da Universidade de São Paulo (USP) para investigar os possíveis danos causados pelo novo coronavírus no cérebro.
A esclerose sistêmica afeta uma em cada 20 mil pessoas, em sua maioria mulheres na faixa dos 30 a 50 anos. É uma doença reumática autoimune, rara e agressiva, que compromete o paciente funcionalmente pela substituição de tecido normal por tecido cicatricial. Nos indivíduos que têm a forma mais grave, a mortalidade é de 30% a 50% em cinco anos.