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Proteína que ajuda o vírus zika a entrar na célula pode ser alvo para novos antivirais
Pesquisa brasileira publicada na revista Brain, Behavior, and Immunity desvenda um dos mecanismos pelos quais o vírus zika causa complicações neurológicas em pacientes adultos e microcefalia em fetos. A descoberta abre a possibilidade para que novos estudos busquem medicamentos capazes de inibir o agravamento da doença.
No trabalho, que teve o apoio da FAPESP, os cientistas demonstraram uma correlação entre as complicações neurológicas do zika com níveis elevados de Gas6, uma proteína que ajuda o vírus a entrar nas células.


O FOCEP (Fórum Permanente dos Comitês de Ética e Profissionais em Pesquisa) convida todos interessados nos aspectos éticos e técnicos sobre a condução de pesquisa envolvendo seres humanos para participar de sua próxima reunião.
Pacientes com doenças reumáticas autoimunes (DRA) apresentaram resposta de anticorpos moderada à Coronavac após tomarem a segunda dose da vacina, resposta essa considerada satisfatória em 70% deles. A vacina também demonstrou um bom perfil de segurança para este grupo. Essas são algumas das conclusões de um estudo prospectivo liderado pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).
Cientistas ligados ao Centro de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade e Fármacos (CIBFar) desvendaram detalhes do processo de maturação da principal enzima envolvida na replicação do novo coronavírus, conhecida como 3CL. A descoberta, descrita no Journal of Molecular Biology, facilita a busca de medicamentos capazes de sabotar esse processo logo no início.