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Aprovada ampliação de uso da CoronaVac para crianças e adolescentes de 6 a 17 anos
Em reunião realizada na quinta-feira (20/1), a Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou, por unanimidade, o uso pediátrico da CoronaVac. A autorização de uso emergencial para a inclusão de nova faixa etária em bula foi concedida especificamente para o público compreendido entre 6 e 17 anos, crianças e adolescentes não imunocomprometidos, baseada em estudos realizados em diversos países, como China e Chile, e apresentados pelo Instituto Butantan no processo.
Para esse público, a dose aprovada do imunizante, produzido a partir de vírus


Pesquisa conduzida na Universidade de São Paulo (USP) constatou que a prevalência do consumo de substâncias psicoativas entre pessoas internadas por algum trauma no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina (HC/FM-USP) é de 31,4%. O álcool foi o entorpecente mais usado (23%), seguido da cocaína (12%) e da maconha (5%). Em 9% das amostras de sangue, traços de mais de uma droga foram detectados. O estudo teve a colaboração de pesquisadores do Hospital Universitário de Oslo, na Noruega. Os resultados foram publicados no periódico Injury.
Uma pequena proteína cuja origem são as células do corpo humano pode ter um grande papel no controle da diabete. Em pesquisa com participação do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, cientistas descobriram que o peptídeo Ric4,
Um homem de 38 anos, que apresentou durante 20 dias sintomas leves de COVID-19, permaneceu por 232 dias com o novo coronavírus sendo detectado no organismo e sofrendo mutações. Se não tivesse recebido acompanhamento médico constante, mantido distanciamento social e usado máscara, poderia ter disseminado o patógeno por mais de sete meses.