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Sem consentimento
O chinês Shifa Liu, que já divulgou cerca de 500 trabalhos científicos nas áreas de física e matemática em repositórios de preprints, está no centro de uma controvérsia acadêmica após o relato de que incluiu repetidamente o nome da própria filha, uma aluna de graduação de uma universidade norte-americana, como coautora em mais de 100 de seus manuscritos. O caso foi noticiado pelo site Retraction Watch.
O nome da filha não foi divulgado pelo site, mas uma consulta aos manuscritos mostra que se trata de Dongqi Liu, aluna da Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill. Ela garante que não teve participação na pesquisa e na redação dos trabalhos, nem consentiu que fosse incluída no rol de autores. “





Um projeto que pretende ampliar de 300 para 1.800 o número de primatas disponíveis para pesquisas biomédicas na França enfrenta questionamentos do Comitê de Ética do Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS), organização a que está vinculado o Centro Nacional de Primatologia, responsável pelo espaço para criação dos animais, em Rousset, perto de Marselha.
O sistema de saúde brasileiro segue uma série de critérios para o diagnóstico da doença de Alzheimer. O Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento (DCNCE) da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) tem se dedicado à elaboração de diretrizes nacionais — sendo o responsável pelo primeiro consenso adotado no País em 2005. O processo diagnóstico é relatado na série de artigos de Dementia & Neuropsychologia (2022) da ABN, com participação de neurologistas e outros profissionais de saúde