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Molécula se mostra eficaz para barrar a entrada do SARS-CoV-2 na célula e inibir a replicação viral
Pesquisadores do ICB-USP e colaboradores testaram o composto denominado calpeptina S em hamsters e em linhagens celulares. Resultados foram divulgados este mês na revista "Communications Biology".
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Pesquisa feita na Unifesp e destacada na capa da revista Biochemistry mostra que uma modificação química conhecida como piroglutaminação pode ocorrer espontaneamente durante a síntese de peptídeos. Além de ter implicações para experimentos laboratoriais, achado abre novas possibilidades de estudos sobre Alzheimer, Parkinson e outras enfermidades relacionadas à formação de agregados amiloides.
Foram analisados mais de 29 mil pacientes e identificadas 26 áreas do genoma ligadas ao distúrbio; Brasil foi o único representante da América Latina por meio do Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia, da Unicamp.
Por meio de experimentos com camundongos, pesquisadores desvendaram mecanismos envolvidos em inflamações na polpa dentária e em lesões periapicais (em torno da extremidade da raiz do dente), abrindo caminho para a busca de medicamentos que podem ser usados para inibir a perda óssea decorrente de infecção endodôntica. O mecanismo estudado envolve um receptor denominado TNFR1, no qual a citocina pró-inflamatória TNF-α se liga.