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Estudo mostra como a plasticidade induz configurações não triviais no cérebro
Com aproximadamente 100 bilhões de neurônios, cada qual dotado de cerca de 10 mil conexões com outros neurônios, o cérebro humano é o objeto material mais sofisticado em estudo pela ciência contemporânea.
Um aspecto de sua sofisticação é a chamada “neuroplasticidade”: a capacidade que o cérebro possui de reorganizar seus caminhos sinápticos, em resposta a novos estímulos sensoriais, aportes de informações, mudanças nos parâmetros ambientais ou danos na estrutura previamente estabelecida.


Nesta segunda-feira (15/5), foi publicada a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) de nº 157, que determina novos mecanismos e procedimentos para o rastreamento de medicamentos.
Vendado, você reconheceria o cheiro da sua mãe, de um amante, ou um colega de trabalho? Não estamos falando do cheiro do perfume, nem dos detergentes que usam para lavar roupa, mas do cheiro das pessoas mesmo. Cada um de nós tem um odor próprio, composto por milhares de compostos orgânicos. Pelo cheiro, essas moléculas revelam idade, genética, estilo de vida, cidade de origem – até mesmo processos metabólicos que indicam nosso estado de saúde.
Estudos recentes confirmaram que a infecção congênita pelo vírus Zika – especialmente no primeiro trimestre de gestação – pode resultar em alterações cerebrais graves no recém-nascido, dentre as quais se destaca a microcefalia. Os mecanismos que levam à malformação do sistema nervoso central, no entanto, ainda não estão claros.