- Publicado em Notícias
- Seja o primeiro a comentar!
Superbactérias avançam no Brasil e levam autoridades de saúde a correr contra o tempo
Bactérias que não respondem a antibióticos vêm aumentando a taxas alarmantes no Brasil e já são responsáveis por ao menos 23 mil mortes anuais no país, afirmam especialistas.
Capazes de criar escudos contra os medicamentos mais potentes, esses organismos infectam pacientes geralmente debilitados em camas de hospitais e se espalham rapidamente pela falta deantibióticos capazes de contê-los. Por isso, as chamadas superbactérias





Remédios, cirurgias, dietas, exercícios físicos... As armas disponíveis na guerra contra a obesidade e o sobrepeso não estão dando conta de frear a escalada mundial de uma epidemia que já afeta dois quintos da população do globo. Embora funcionem para alguns pacientes, essas estratégias não conseguem beneficiar todos os mais de 2 bilhões de adultos com índice de massa corporal (IMC) acima do considerado saudável. Entre as novas opções pesquisadas para reforçar o arsenal de opções, está uma técnica não invasiva de neuromodulação. No Brasil,
Desde que se descobriu que o súbito aumento de casos de microcefalia no Brasil - identificado no fim de 2015 - estava relacionado ao vírus da zika, cientistas têm buscado maneiras de proteger o feto da ação desse agente infeccioso. Agora, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Washington descobriram que a resposta a esse problema de saúde pública pode estar em um remédio que já existe e já está aprovado para o uso em gestantes: a hidroxicloroquina, utilizada contra malária e reumatismo.
Uma pessoa é diagnosticada com diabete tipo 2 quando alguns marcadores de concentração de açúcar no sangue mostram níveis acima de certo limite. Mas, muitos anos antes dessa elevação do nível glicêmico, o organismo já apresenta diversas alterações metabólicas que poderiam ser utilizadas como marcadores do risco de desenvolver a doença no futuro. Agora, um novo estudo realizado nos Estados Unidos, com participação brasileira, mostrou que alterações em proteínas que transportam o colesterol no sangue podem ser detectadas e usadas como novo marcador para o risco de diabete.