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Cientistas criam adesivo que funciona como vacina contra a gripe
Poucas estratégias de saúde pública salvaram tantas vidas no mundo quanto a vacinação. Com a explosão de pandemias provocadas por novos vírus e patógenos reemergentes, os cientistas estão atrás de novas abordagens que permitam atingir um número maior de pessoas. Além de métodos mais baratos, buscam os de fácil acesso e indolores, que ampliariam, potencialmente, as imunizações. Uma dessas ferramentas é um adesivo de pele, semelhante ao band-aid, composto por 100 microagulhas que medem 650 micrômetros —1 micrômetro corresponde a 0,01mm — de altura.


A Anvisa lança na próxima segunda-feira (3/7) um novo formato para discussão dos temas técnicos da Agência com seus usuários. O Café Online será no formato de webinar com transmissão via web e possibilidade de interação do público por meio de chat.
Uma equipe científica diz ter encontrado a primeira evidência direta de que o mal de Parkinson pode ser "autoimune". Segundo cientistas, o sistema imunológico atacaria células do cérebro em pessoas que sofrem da doença.
Não faz nem um século que a vitamina D foi identificada pela primeira vez. Em 1936, o químico alemão Adolf Windaus conseguiu caracterizar sua forma ativa, a D3, e, logo depois, a medicina estabeleceu a associação da insuficiência da substância com o raquitismo. Por causa disso, durante muito tempo, o pré-hormônio só era lembrado quando se pensava na saúde dos ossos. Mas, há pelo menos três décadas, pesquisadores começaram a desconfiar de outro benefício em potencial: o combate à formação de tumores malignos.