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Projeto busca ampliar o repertório da saúde pública, tornando-a capaz de acolher modos de cuidado plurais
Na encruzilhada entre saúde pública, antropologia, saberes tradicionais e práticas desenvolvidas por comunidades geralmente marginalizadas, o projeto “Cosmopolíticas do cuidado no fim-do-mundo” é uma ousada experiência de pesquisa científica e ação social. Coordenado pelo professor José Miguel Nieto Olivar, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP), e apoiado pela FAPESP, o projeto articula seis eixos de investigação (chamados de “parcelas”) em territórios distintos,




Um estudo publicado em janeiro na revista Humanities and Social Sciences Communications, da editora Springer Nature, foi retratado, ou seja, considerado inválido, depois que leitores e especialistas foram às redes sociais apontar erros bizarros em seu conteúdo – o paper afirmava, por exemplo, que os antigos gregos vetavam o uso da grafia H₂O para se referir à água, desconsiderando que a fórmula química só foi descoberta no século XVIII. Intitulado “Uma investigação translinguística do simbolismo de /h/: o caso do H2O”, o artigo se propunha a explorar a aquisição da ortografia e do som da letra h e a sua eliminação em diferentes línguas “modernas ou primitivas”.
O Ministério da Educação (MEC) cancelou em fevereiro um edital que previa a abertura de quase 6 mil vagas em cursos de medicina em universidades privadas. A chamada selecionaria propostas para criar novas graduações ou ampliar o número de matrículas em faculdades já existentes no âmbito do Programa Mais Médicos, lançado em 2013 para reduzir a escassez de profissionais no Sistema Único de Saúde (SUS). O programa permite ao governo definir locais para a criação de novos cursos onde existe carência de médicos – em geral, longe dos grandes centros urbanos –, desde que haja uma infraestrutura de serviços de saúde capaz de propiciar uma formação prática de qualidade para os estudantes.
A literatura cietífica já ree evidências robustas de que a obesidade, tanto materna quanto paterna, pode levar a alterações metabólicas nos descendentes que os tornam mais propensos a desenvolver doenças. Um novo estudo publicado na revista Nature Communications revela o mecanismo pelo qual essa herança é transmitida ao embrião pelo pai através do espermatozoide.