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Dia Nacional da Pessoa com Visão Monocular

Notícias 05-05-2026 Lilian Russo

Hoje celebramos o Dia Nacional da Pessoa com Visão Monocular. Uma data que reforça a importância da inclusão, do respeito e da valorização das pessoas que convivem com essa condição.

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Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos veterinários

Notícias 28-04-2026 Lilian Russo

Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos veterinários

Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos VeterináriosUm encontro estratégico para discutir regulamentação, avanços e tendências do setor.???? 8 de maio de 2026???? Câmara Municipal de São Paulo???? inscreva-se!https://forms.gle/curzU6CAkYGNESL28

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INAEP - composição

Notícias 28-04-2026 Lilian Russo

INAEP - composição

A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep) é um órgão colegiado independente, vinculado ao Ministério da Saúde, que representa um avanço na modernização do sistema de ética em pesquisa no Brasil. Sua atuação contribui para a redução de prazos, a ampliaçã...

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Nova Plataforma Nacional de Pesquisa

Notícias 11-04-2026 Lilian Russo

Nova Plataforma Nacional de Pesquisa

A 1ª Reunião Ordinária, no âmbito da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde – SCTIE/MS é um passo concreto e significativo rumo à institucionalização de uma plataforma que está sendo construída com responsabilidade, escuta ativa e participação plural.

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Proteção e ciência: consulta pública vai orientar normas para biobancos e uso de material biológico humano

Notícias 10-04-2026 Lilian Russo

Proteção e ciência: consulta pública vai orientar normas para biobancos e uso de material biológico humano

A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep), colegiado do Ministério da Saúde, publicou no Diário Oficial da União (DOU) de 02/04, uma consulta pública para definir parâmetros para a criação, governança e operação de biobancos, locais onde são armazenados, por longo prazo, mate...

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Novas regras darão transparência a testes de medicamentos Destaque

Os resultados decepcionantes da maioria dos testes clínicos de medicamentos e tratamentos não poderão mais ficar escondidos nas gavetas dos cientistas e das empresas farmacêuticas - ao menos nos EUA.
O Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) e os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) daquele país divulgaram as novas regras, longamente aguardadas.


A partir de agora, os cientistas deverão divulgar o projeto e os resultados de todos os ensaios clínicos. Aqueles que descumprirem as normas serão penalizados e não poderão obter novos fundos públicos para pesquisas.

"Eu acredito que várias das grandes universidades simplesmente não reconheceram que, se você faz um experimento em uma pessoa e obtém seu consentimento, você realmente tem a obrigação de tornar os resultados conhecidos," disse o professor Robert Califf, chefe da FDA (Food and Drug Administration). "Isto é fundamentalmente uma questão ética."

Acertos e erros da ciência

As novas regras visam coibir o grande número de ensaios clínicos que são realizados, mas nunca publicados.

A maioria dos estudos que falham nos estágios iniciais nunca são divulgados, disse Christopher Gill, pesquisador de saúde da Universidade de Boston: "Do ponto de vista dos consumidores e da ciência, as falhas são tão importantes quanto os sucessos".

A não-divulgação impede que outros pesquisadores saibam o que não funciona, que outras equipes possam avaliar os métodos usados no teste, que as agências de financiamento saibam como o dinheiro público foi gasto, e que a população saiba o que realmente ocorre durante esses testes.

Alguns desses ensaios só vêm a público quando os resultados são catastróficos, como ocorreu recentemente na França, quando um fármaco em teste causou a morte de voluntários. Outro exemplo também recente foi uma reanálise dos dados do estudo que mostrou que, em alguns casos, a vacina contra a dengue pode fazer mais mal que bem, algo que não foi divulgado originalmente pela empresa farmacêutica.

05/10/2016
Novas regras darão transparência a testes de medicamentos
Com informações da Nature
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Novas regras darão transparência a testes de medicamentos
Os testes de eficácia dos antidepressivos são regularmente alvo de questionamentos por médicos e cientistas, que não conseguem ter acesso aos dados das empresas farmacêuticas. [Imagem: Cortesia L. Brian Stauffer/UIUC]

Questão ética

Os resultados decepcionantes da maioria dos testes clínicos de medicamentos e tratamentos não poderão mais ficar escondidos nas gavetas dos cientistas e das empresas farmacêuticas - ao menos nos EUA.

O Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) e os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) daquele país divulgaram as novas regras, longamente aguardadas.

A partir de agora, os cientistas deverão divulgar o projeto e os resultados de todos os ensaios clínicos. Aqueles que descumprirem as normas serão penalizados e não poderão obter novos fundos públicos para pesquisas.

"Eu acredito que várias das grandes universidades simplesmente não reconheceram que, se você faz um experimento em uma pessoa e obtém seu consentimento, você realmente tem a obrigação de tornar os resultados conhecidos," disse o professor Robert Califf, chefe da FDA (Food and Drug Administration). "Isto é fundamentalmente uma questão ética."

As novas regras visam coibir o grande número de ensaios clínicos que são realizados, mas nunca publicados.

A maioria dos estudos que falham nos estágios iniciais nunca são divulgados, disse Christopher Gill, pesquisador de saúde da Universidade de Boston: "Do ponto de vista dos consumidores e da ciência, as falhas são tão importantes quanto os sucessos".

A não-divulgação impede que outros pesquisadores saibam o que não funciona, que outras equipes possam avaliar os métodos usados no teste, que as agências de financiamento saibam como o dinheiro público foi gasto, e que a população saiba o que realmente ocorre durante esses testes.

Alguns desses ensaios só vêm a público quando os resultados são catastróficos, como ocorreu recentemente na França, quando um fármaco em teste causou a morte de voluntários. Outro exemplo também recente foi uma reanálise dos dados do estudo que mostrou que, em alguns casos, a vacina contra a dengue pode fazer mais mal que bem, algo que não foi divulgado originalmente pela empresa farmacêutica.

Alguns pesquisadores alertaram recentemente que as pesquisas com embriões humanos atingiram o limite ético. [Imagem: Alessia Deglincerti/Gist Croft/Ali H. Brivanlou]
Tortura dos números

Outras mudanças introduzidas pela nova legislação norte-americana incluem exigências de que os cientistas relatem detalhes sobre como eles planejaram os ensaios, descrevam as estatísticas que vão usar para analisar os resultados e revelem quaisquer alterações que ocorram no decorrer do estudo.

Isto deve ajudar a resolver um problema conhecido como "tortura" ou "trituração dos dados" - ou p-hacking - quando os cientistas usam várias técnicas estatísticas até encontrar uma que dê resultados positivos - e só essa é publicada.

Agora a expectativa é que os demais países possam começar a criar suas próprias legislações com base no exemplo norte-americano.

Fonte: Diário da Saúde - com informações da Nature

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