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Hoje! 3ª Reunião do Focep

Notícias 28-09-2026 Lilian Russo

Hoje! 3ª Reunião do Focep

Hoje, às 10h, o Focep discute: "Lei nº 14.874/2024: como superar desafios logísticos e garantir prazos"Câmara Municipal de São Paulo – Auditório Prestes Maia Você poderá acompanhar pelo site da Câmara: https://www.saopaulo.sp.leg.br/transparencia/auditorios-online/auditorio-prestes-maia/

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Prazos definidos. E, na prática, como lidar com os desafios logísticos?

Notícias 23-09-2026 Lilian Russo

Prazos definidos. E, na prática, como lidar com os desafios logísticos?

A implementação da Lei nº 14.874/2024 traz questões que vão além do texto legal e chegam à rotina dos profissionais e instituições envolvidos na pesquisa com seres humanos.

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3ª Reunião do FOCEP Brasil – 2026

Notícias 21-09-2026 Lilian Russo

3ª Reunião do FOCEP Brasil – 2026

No dia 28 de setembro, o FOCEP Brasil – Fórum Permanente dos Comitês de Ética e Profissionais em Pesquisa realiza sua terceira reunião do ano, com um tema diretamente relacionado aos desafios atuais da pesquisa com seres humanos no Brasil: Lei nº 14.874/2024: como superar desafios logísticos e garantir prazos

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FOCEP Brasil realiza 3ª Reunião de 2026 para debater desafios relacionados à Lei nº 14.874/2024

Notícias 17-09-2026 Lilian Russo

FOCEP Brasil realiza 3ª Reunião de 2026 para debater desafios relacionados à Lei nº 14.874/2024

O Fórum Permanente dos Comitês de Ética e Profissionais em Pesquisa (FOCEP Brasil) realizará, no dia 28 de setembro de 2026, das 10h às 13h, na Câmara Municipal de São Paulo, sua terceira reunião do ano. Com o tema “Lei nº 14.874/2024: como superar desafios logísticos e garantir prazos”, o encontro p...

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A cadeia alimentar das revistas predatórias

Notícias 15-09-2026 Lilian Russo

A cadeia alimentar das revistas predatórias

Na hora de submeter para publicação um artigo que fazia parte do seu mestrado, o engenheiro de computação Fábio Lobato foi atraído por um convite de um periódico científico de suposta relevância (era classificado como B4 pelo sistema Qualis). No final de 2017, seu trabalho foi publicado. Mas, depois de cerca de um an...

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ESG: uma sigla que pode mudar o setor de saúde de dentro para fora Destaque

esgAções ambientais, sociais e de governança, quando efetivamente ligadas à estrutura das empresas, são capazes de promover acesso e serviços de qualidade – sem abalar resultados financeiros.
A rigor, os conceitos por trás do ESG (E de environment, ou meio ambiente; S de social e G de governança) que vêm protagonizando o discurso de executivos – inclusive os da área da saúde – não são inovadores. A ideia de sustentabilidade, discutida pelo mercado desde pelo menos a década de 1980, sobrepõe-se à de ESG em ampla medida. E a própria sigla foi usada pela primeira vez já em 2004, quando o então secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Kofi Annan, provocou líderes de instituições financeiras a medirem seus resultados e a nortearem seus passos para além do lucro.
Mas o espírito do mercado parece ter mudado principalmente quando Larry Fink

, diretor da Black Rock, a maior gestora de ativos financeiros do mundo, instigou CEOs das empresas onde investe a promoverem um “capitalismo responsável e transparente” e a refletirem que “o dinheiro que gerimos não é nosso. Temos uma grande responsabilidade de […] fomentar a geração de valor no longo prazo”. Isso em sua tradicional carta aos CEOs, de 2020.

Cada vez mais os consumidores e os investidores cobram que práticas associadas a aspectos ambientais, sociais e de governança permeiem a estrutura das companhias como um todo. Um levantamento recente da consultoria Luvi One indica um crescimento de 29% no número de companhias listadas na bolsa de valores brasileira com metas ambientais, por exemplo.

A valorização do ESG, ao contrário do que se imagina, pode potencializar os resultados financeiros das instituições, principalmente os de médio e longo prazo. E tem uma afinidade especial com a área da saúde, reconhecidamente ligada ao “S”, mas também dependente do “G” para beneficiar o maior número de pessoas possíveis com os mesmos recursos e do “E” para minimizar seu impacto no ambiente e alavancar a saúde populacional.

Ao mesmo tempo, o futuro do ESG corre o risco de ser sabotado por quem apenas deseja surfar essa onda em busca da construção da uma reputação de fachada, enquanto segue tomando ações que atestam o menosprezo ao bem-estar dos funcionários e da sociedade.

“Hoje, o ESG exige mais exemplos reais e menos discursos vazios”, sentencia Márcio Mendes, presidente do Conselho Administrativo do Grupo Fleury. “Não podemos nos esquecer, como empresa, do nosso papel no ecossistema onde atuamos. Isso deve ser incorporado aos resultados”.

Por Theo Ruprecht

Veja mais: https://futurodasaude.com.br/tudosobre/esg-na-saude/

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