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Agradecimento - reunião 26 de abril

Notícias 26-04-2021 Lilian Russo

Agradecimento - reunião 26 de abril

Agradecemos a todos que estiveram conosco na reunião de hoje. Nosso agradecimento especial à Dra. Roseli Nomura da CONEP que discorreu sobre o tema: "Carta Circular 13/21 - Evento Adverso" e tirou as dúvidas dos presentes. Agradecemos pelo apoio de sempre do gabinete do Dr. Paulo Frange. Nossa próxima reunião será no dia 31 de maio, ...

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Link para a reunião de hoje

Notícias 26-04-2021 Lilian Russo

Link para a reunião de hoje Data: 26 de abrilHorário: das 10 às 12h Tema: Carta Circular 13/21 - Evento Adverso Contaremos a participação da Dra. Roseli Mieko Yamamoto Nomura – CONEP Local da reunião: on-lineLink: https://invitare1.webex.com/invitare1-pt/onstage/g.php?MTID=e0df1a0c0ab1b597a3642f4b28fb68988Número do even...

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Carta Circular 13/21 - Evento Adverso

Notícias 20-04-2021 Lilian Russo

Carta Circular 13/21 - Evento Adverso

O FOCEP (Fórum Permanente dos Comitês de Ética e Profissionais em Pesquisa) convida os membros relatores e secretários de CEP, pesquisadores, ONGs e demais interessados nos aspectos éticos e técnicos sobre a condução de pesquisa envolvendo seres humanos para participar da próxima reunião. Data: 26 de abril H...

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Robô-guia para cegos é um dos projetos selecionados em edital de pesquisa estratégica sobre Internet

Notícias 19-04-2021 Lilian Russo

Robô-guia para cegos é um dos projetos selecionados em edital de pesquisa estratégica sobre Internet

Uma startup capixaba, a Vixsystem, está desenvolvendo o Lysa – um robô guiado por GPS para locomoção de pessoas com deficiência visual. Já uma empresa de segurança da informação estabelecida em Campinas, a Kryptus, iniciou um projeto em parceria com o Centro Tecnológico da Universidade Federal de San...

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Covid-19: vacinas geram alta de imunidade em idosos, revela pesquisa

Notícias 15-04-2021 Lilian Russo

Covid-19: vacinas geram alta de imunidade em idosos, revela pesquisa

Aplicadas em diferentes países, vacinas contra a covid-19 seguem sendo investigadas por cientistas e apresentando resultados que podem fortalecer as estratégias de combate à pandemia. Um estudo divulgado ontem mostra que as fórmulas da Oxford/AstraZeneca e da Pfizer/BioNTech causam reação imune alta em idosos já após a pri...

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Sprays nasais contra vírus: o que se sabe sobre eles?

sprayO spray nasal EXO-CD24, desenvolvido em Israel e já usado por lá para tratar câncer de ovário, virou a nova aposta do governo Bolsonaro para curar pessoas com Covid. O medicamento, porém, só concluiu por enquanto a fase 1 dos testes clínicos, com o envolvimento de apenas 30 voluntários. Nesta semana, em busca de acordos que acelerem as pesquisas sobre o remédio, uma comitiva brasileira está em visita ao país do Oriente Médio.
Segundo pesquisadores do Ichilov Medical Center, de Tel Aviv, esse grupo de pacientes, com casos de moderados a graves de infecção pelo coronavírus, se recuperou após o uso do spray.
Dos 30 participantes, 29 levaram de três a

cinco dias para ter melhora após o início do uso do produto, que se baseia na “entrega” às células de uma proteína destinada a diminuir a resposta inflamatória, a CD24. Esse transporte é feito por meio de exossomos, que são como pequenas bolsas que carregam substâncias. Daí o nome do spray: EXO-CD24.

— Os testes clínicos em fase 1 e fase 2 não avaliam eficácia, avaliam outros comportamentos e características como segurança e outros aspectos. Mas eficácia você precisa ver em um estudo grande realmente, com bem mais que 30 pessoas — pondera o virologista Flávio Guimarães da Fonseca, presidente da Sociedade Brasileira de Virologia (SBV) e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Três sprays no Brasil
No Brasil, contudo, já há outros sprays nasais à venda com a promessa de ajuda contra vírus — mas com foco na prevenção, não no tratamento de doenças respiratórias. Nas últimas semanas, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou três deles: Taffix, Filtrair Defense e Vick Primeira Proteção, todos na categoria “produtos para a saúde”, que se difere da classificação “medicamentos”, onde mais estudos são necessários para o registro.

A rigor, eles não são remédios, explica Fonseca, porque não contêm um fármaco que combata o vírus por si só, apenas tentam bloquear sua passagem na mucosa nasal.

— A maior parte desses produtos funciona como se fossem géis que prendem as partículas. Não as partículas virais em si, porque os vírus não ficam flutuando sozinhos no ar. Eles estão normalmente associados a micropartículas de secreção respiratória, como gotículas de saliva etc. E é isso que acaba sendo inalado e você tem então a infecção — descreve o virologista.
Por Giuliana de Toledo
O Globo

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