Entre hospitalizados por trauma no Hospital das Clínicas da USP, 31% consumiram álcool ou drogas ilícitas
Pesquisa conduzida na Universidade de São Paulo (USP) constatou que a prevalência do consumo de substâncias psicoativas entre pessoas internadas por algum trauma no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina (HC/FM-USP) é de 31,4%. O álcool foi o entorpecente mais usado (23%), seguido da cocaína (12%) e da maconha (5%). Em 9% das amostras de sangue, traços de mais de uma droga foram detectados. O estudo teve a colaboração de pesquisadores do Hospital Universitário de Oslo, na Noruega. Os resultados foram publicados no periódico Injury.





Um homem de 38 anos, que apresentou durante 20 dias sintomas leves de COVID-19, permaneceu por 232 dias com o novo coronavírus sendo detectado no organismo e sofrendo mutações. Se não tivesse recebido acompanhamento médico constante, mantido distanciamento social e usado máscara, poderia ter disseminado o patógeno por mais de sete meses.
Cientistas do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) descobriram que macrófagos do baço e do fígado se comunicam e atuam na regulação da inflamação sistêmica, resposta natural do sistema imune a infecções mais graves.
Pesquisadores da Universidade São Francisco (USF), em colaboração com colegas da Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos, e da Universidade Presbiteriana Mackenzie, desenvolveram uma tecnologia que permite detectar em menos de um minuto o SARS-CoV-2 diretamente de swabs (cotonetes) nasais, empregados para coletar amostras de secreções nasofaríngeas para a realização de teste para diagnóstico de COVID-19.