Análise de mutações genéticas leva à descoberta de novo alvo para o desenvolvimento de analgésicos
Pessoas que não sentem dor podem ser a chave para a descoberta de novas classes de medicamentos analgésicos. Com base nessa ideia, pesquisadores do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) analisaram mutações genéticas em pacientes com insensibilidade congênita à dor com anidrose (Cipa) – uma doença genética rara – e identificaram proteínas modificadas que impedem a transmissão do impulso doloroso.
A partir dos dados obtidos, eles desenvolveram um peptídeo, denominado TAT-pQYP, que apresentou efeito analgésico em um modelo animal de dor inflamatória.





Estudo conduzido no Centro de Pesquisa em Processos Redox em Biomedicina (Redoxoma) ajuda a entender os danos causados pela radiação ultravioleta do tipo A (UVA) – o principal componente da luz solar – ao tipo mais abundante de célula da pele, o queratinócito.
Este vem sendo um período intenso para a ciência. A pandemia continua em curso e impactando a saúde da população. As vacinas, como nunca, têm tido uma atenção extrema por parte da mídia e, por feliz consequência, também dos brasileiros, que vêm buscando se informar mais a respeito do tema. Uma questão que surgiu nesse meio tempo é: se, em razão da pandemia, em todo o mundo estão sendo desenvolvidas e produzidas vacinas a toque de caixa, por que a ciência ainda não foi capaz de produzir uma vacina contra a AIDS? Sendo o HIV um vírus de alta preocupação há décadas, posso afirmar que não foi por falta de esforço.