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Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos veterinários

Notícias 28-04-2026 Lilian Russo

Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos veterinários

Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos VeterináriosUm encontro estratégico para discutir regulamentação, avanços e tendências do setor.???? 8 de maio de 2026???? Câmara Municipal de São Paulo???? inscreva-se!https://forms.gle/curzU6CAkYGNESL28

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INAEP - composição

Notícias 28-04-2026 Lilian Russo

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Nova Plataforma Nacional de Pesquisa

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A 1ª Reunião Ordinária, no âmbito da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde – SCTIE/MS é um passo concreto e significativo rumo à institucionalização de uma plataforma que está sendo construída com responsabilidade, escuta ativa e participação plural.

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Proteção e ciência: consulta pública vai orientar normas para biobancos e uso de material biológico humano

Notícias 10-04-2026 Lilian Russo

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A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep), colegiado do Ministério da Saúde, publicou no Diário Oficial da União (DOU) de 02/04, uma consulta pública para definir parâmetros para a criação, governança e operação de biobancos, locais onde são armazenados, por longo prazo, mate...

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Formulário de inscrição do processo seletivo de especialistas para compor a Instância Nacional de Ética em Pesquisa – INAEP

Notícias 02-04-2026 Lilian Russo

Formulário de inscrição do processo seletivo de especialistas para compor a Instância Nacional de Ética em Pesquisa – INAEP

Acesse o formulário de inscrição do processo seletivo de especialistas para compor a Instância Nacional de Ética em Pesquisa – INAEP:

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Genérico e “remédio de marca” inspiram mesma confiança no Brasil

Você confia nos medicamentos genéricos?

Uma pesquisa realizada pelo ICTQ (Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade), que faz pesquisas para o para o mercado farmacêutico, mostra que o nível de confiança dos brasileiros no genérico é quase o mesmo em relação ao “remédio de marca”.

De acordo com o Instituto, 78% da população confia plenamente no medicamento de marca, enquanto que 73% têm a mesma opinião sobre os genéricos. Quem mais confia nesse tipo de remédio são os idosos com mais de 60 anos: entre eles, a taxa bate os 78%.

Em contrapartida, o grupo de pessoas de 45 a 59 anos apresentou o menor grau de confiança, de 69%.

 

O ponto fora da curva, no entanto, está entre os remédios similares. Segundo o levantamento do ICTQ, que ouviu 2.162 pessoas em todo o país, apenas 54% dos entrevistados afirma ter confiança plena nesse tipo de medicamento. Apesar do resultado, o índice de confiabilidade subiu quase 20% em cinco anos.

Para Marcus Vinicius Andrade, diretor-executivo do ICTQ, há uma explicação para o baixo crédito nos similares. “A falta de atratividade do similar pode estar relacionada à carência de compreensão do processo de desenvolvimento e fabricação”, diz.

EXAME.com conversou com o farmacêutico pesquisador do ICTQ Ismael Rosa para entender as diferenças entre os tipos de remédios. Veja os principais trechos da entrevista.

EXAME.com: Qual é a diferença entre os três tipos de medicamentos?

Ismael Rosa: O medicamento de referência (marca) é sempre um produto inovador. Ou seja, ele é o primeiro a ter registro no órgão federal responsável pela vigilância sanitária (Anvisa) e o primeiro a ser comercializado no país para um determinado tratamento. A empresa que deseja registrar medicamentos genéricos ou similares deverá utilizar obrigatoriamente os mesmos princípios.

Já o genérico é aquele que contém o mesmo princípio ativo (na mesma dose e forma farmacêutica), é administrado pela mesma via, com a mesma posologia e indicação do medicamento de referência. Em termos práticos, ele apresenta eficácia e segurança equivalentes à do medicamento de marca. Eles são, no mínimo, 35% mais baratos.

O medicamento similar também é uma cópia do referência. No entanto, diferente do genérico que é comercializado pelo nome químico, o similar é identificado por outro nome comercial ou marca própria e pode fazer divulgação publicitária.

Se o princípio ativo dos similares é o mesmo do remédio de marca, por que ele é o menos atrativo aos olhos dos brasileiros?

Havia uma certa desconfiança em relação aos medicamentos similares, pois estes não passavam pelos mesmos testes de comprovação de eficácia e segurança que eram submetidos os medicamentos genéricos e de referência.

Segundo a pesquisa, o grau de confiança dos similares cresceu 20% desde 2012. O que explica esse salto?

Em 2003, a Anvisa aprovou um regulamento técnico que estabeleceu critérios para adequação dos medicamentos similares já presentes no mercado. A decisão obrigou as indústrias farmacêuticas a apresentarem estudos comparativos com o medicamento de referência registrado para a comprovação da equivalência terapêutica.

Além disso, em 2014, foi aprovado um novo regulamento sanitário. Pela nova regra, a Anvisa passou a disponibilizar uma lista com a relação dos medicamentos similares que são equivalentes aos de referência. Sendo assim, ainda que o índice de confiabilidade nesse remédio não seja expressivo como os de referência e genéricos, houve um aumento significativo na confiança justificado pelo marco regulatório de 2014.

Qual motivo explica a consolidação dos genéricos no mercado?

A consolidação dos medicamentos genéricos no mercado brasileiro deu-se não só por um, mas por uma série de motivos relevantes. Por exemplo: por ser mais barato que o remédio de marca, o genérico viabiliza o tratamento de milhares de pacientes, destacando-se os acometidos por enfermidades crônicas, tais como hipertensão e diabetes.

Hoje ele é o principal instrumento de acesso a medicamentos no país, permitindo que os consumidores consigam dar continuidade a seus tratamentos de forma econômica, segura e eficaz.

Fonte: Portal Exame

Por Valéria Bretas

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