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Nova Plataforma Nacional de Pesquisa com Seres Humanos

Notícias 07-10-2026 Lilian Russo

Nova Plataforma Nacional de Pesquisa com Seres Humanos

O Ministério da Saúde avança no desenvolvimento da nova Plataforma Nacional de Pesquisa com Seres Humanos, voltada à modernização dos processos de submissão, análise e acompanhamento ético das pesquisas no âmbito do SINEP.

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Hoje! 3ª Reunião do Focep

Notícias 28-09-2026 Lilian Russo

Hoje! 3ª Reunião do Focep

Hoje, às 10h, o Focep discute: "Lei nº 14.874/2024: como superar desafios logísticos e garantir prazos"Câmara Municipal de São Paulo – Auditório Prestes Maia Você poderá acompanhar pelo site da Câmara: https://www.saopaulo.sp.leg.br/transparencia/auditorios-online/auditorio-prestes-maia/

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Prazos definidos. E, na prática, como lidar com os desafios logísticos?

Notícias 23-09-2026 Lilian Russo

Prazos definidos. E, na prática, como lidar com os desafios logísticos?

A implementação da Lei nº 14.874/2024 traz questões que vão além do texto legal e chegam à rotina dos profissionais e instituições envolvidos na pesquisa com seres humanos.

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3ª Reunião do FOCEP Brasil – 2026

Notícias 21-09-2026 Lilian Russo

3ª Reunião do FOCEP Brasil – 2026

No dia 28 de setembro, o FOCEP Brasil – Fórum Permanente dos Comitês de Ética e Profissionais em Pesquisa realiza sua terceira reunião do ano, com um tema diretamente relacionado aos desafios atuais da pesquisa com seres humanos no Brasil: Lei nº 14.874/2024: como superar desafios logísticos e garantir prazos

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FOCEP Brasil realiza 3ª Reunião de 2026 para debater desafios relacionados à Lei nº 14.874/2024

Notícias 17-09-2026 Lilian Russo

FOCEP Brasil realiza 3ª Reunião de 2026 para debater desafios relacionados à Lei nº 14.874/2024

O Fórum Permanente dos Comitês de Ética e Profissionais em Pesquisa (FOCEP Brasil) realizará, no dia 28 de setembro de 2026, das 10h às 13h, na Câmara Municipal de São Paulo, sua terceira reunião do ano. Com o tema “Lei nº 14.874/2024: como superar desafios logísticos e garantir prazos”, o encontro p...

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Espaço para abrigar 1.800 primatas na França expõe dissenso de pesquisadores acerca do bem-estar animal

primatasUm projeto que pretende ampliar de 300 para 1.800 o número de primatas disponíveis para pesquisas biomédicas na França enfrenta questionamentos do Comitê de Ética do Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS), organização a que está vinculado o Centro Nacional de Primatologia, responsável pelo espaço para criação dos animais, em Rousset, perto de Marselha.
A bióloga evolucionista Virginie Courtier-Orgogozo, diretora de pesquisa do CNRS

, opôs-se publicamente ao projeto depois que o Comitê de Ética

da organização emitiu um parecer com uma “posição divergente” – segundo o documento, o espaço para primatas carece de uma justificativa científica rigorosa e é preciso fazer uma análise minuciosa das alternativas.

“O CNRS precisa servir como catalisador para garantir que a França adote um plano ambicioso que inclua detalhes sobre casos em que se pode e em que não se pode substituir os animais”, disse Christine Noiville, presidente do Comitê de Ética, em entrevista publicada no site do CNRS.

Segundo o jornal francês Le Monde, o projeto está orçado em mais de € 30 milhões e foi motivado pela dificuldade em obter animais para experimentação durante a pandemia de Covid-19. Historicamente, a China era o maior exportador mundial de primatas para laboratórios franceses. Após a pandemia, o Camboja e as Ilhas Maurício, no oceano Índico, emergiram como dois dos principais fornecedores.

A meta é que o espaço consiga fornecer, no início da década de 2030, aproximadamente um terço dos macacos cinomolgos (Macaca fascicularis) apontados como necessários para lastrear pesquisas na França – esses animais são bastante utilizados na pesquisa biomédica global devido à semelhança genética, fisiológica e anatômica com os seres humanos –, além de promover autossuficiência em macacos-rhesus e babuínos.

Entre 2021 e 2023, a França utilizou em pesquisa básica e aplicada uma média anual de 747 primatas não humanos. No mesmo período, o Reino Unido fez uso de 181 desses modelos animais por ano e a Alemanha de 118. Segundo o Comitê de Ética do CNRS, isso não resultou em um desempenho superior dos laboratórios franceses em número de publicações científicas envolvendo primatas não humanos.

Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/posicao-divergente/

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