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Dia Internacional da Hipertensão

Notícias 17-05-2022 Lilian Russo

Dia Internacional da Hipertensão

Um dos cuidados mais importantes com a saúde é o controle da hipertensão arterial ou pressão alta, pois há risco de causar problemas no coração, nos rins e desencadear Acidente Vascular Cerebral (AVC).

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Contaminação cruzada dificulta dieta sem glúten para pacientes celíacos

Notícias 16-05-2022 Lilian Russo

Contaminação cruzada dificulta dieta sem glúten para pacientes celíacos

Nesta segunda-feira (16), Dia Mundial de Conscientização da Doença Celíaca, especialistas chamam a atenção para a dificuldade que os portadores deste transtorno para manter dietas sem glúten. O problema é a contaminação cruzada, já que essa proteína pode aparecer como ingrediente oculto em diver...

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Começa nova fase de estudo que é celeiro de conhecimento sobre a saúde do brasileiro

Notícias 12-05-2022 Lilian Russo

Começa nova fase de estudo que é celeiro de conhecimento sobre a saúde do brasileiro

Em agosto, voluntários do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (Elsa-Brasil) serão convocados para novas entrevistas e bateria de exames para avaliar evolução de fatores de risco para doenças cardiovasculares, principal causa de morte no mundo. Pesquisadores e voluntários se aquecem para a quarta onda do Estudo Longitudinal de ...

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Dia do enfermeiro é comemorado em 12 de maio.

Notícias 12-05-2022 Lilian Russo

Dia do enfermeiro é comemorado em 12 de maio.

A aprovação de PL que cria piso salarial dos enfermeiros é motivo de comemoração, mas proposta ainda depende de aprovação de PEC para sua aplicação.

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Revisão da Resolução CNS nº 441 de 2011: consulta inicial aos CEP e responsáveis por Biobancos e Biorrepositórios

Notícias 11-05-2022 Lilian Russo

Revisão da Resolução CNS nº 441 de 2011: consulta inicial aos CEP e responsáveis por Biobancos e Biorrepositórios

A Comissão Nacional de Ética em Pesquisa convida os membros do Sistema CEP/Conep e a comunidade científica a contribuir na revisão e atualização da Resolução CNS n° 441/2011, que estabelece diretrizes para análise ética de projetos de pesquisas que envolvam armazenamento de material biológico human...

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Dia Mundial do Lúpus alerta para o diagnóstico e tratamento precoce Destaque

lupussiteO Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), mais conhecido como lúpus, é uma doença inflamatória crônica, de origem autoimune, que acomete pessoas de todas as idades e, principalmente, mulheres em idade fértil. A Sociedade Brasileira de Reumatologia estima que existam cerca de 65 mil pessoas com lúpus no país e que uma em cada 1,7 mil mulheres tenha a doença.

Na semana em que se celebra o Dia Mundial do Lúpus (10/05), fica o alerta para a importância do diagnóstico precoce dessa doença que não tem cura, mas o tratamento adequado pode amenizar as crises, além de possíveis danos a longo prazo. Recentemente, cientistas australianos identificaram uma mutação em um gene específico que pode provocar o lúpus. A descoberta pode ser um avanço para o tratamento.

De acordo com a reumatologista Tainá Carneiro, do Hospital Brasília unidade Águas Claras, os sintomas da doença são causados por um desequilíbrio no sistema imune do paciente, que começa a atacar tecidos do próprio corpo. “Os primeiros sinais costumam ser fadiga, dor nas juntas e aparecimento de manchas na pele em locais de exposição ao sol. Sintomas mais graves incluem anemia, danos nos rins, queda importante de plaquetas, quadros neurológicos e vasculites (inflamação em vasos sanguíneos)”, alerta a médica.

O tipo mais comum de lúpus é o cutâneo articular, que se manifesta por meio de lesões vermelhas na pele, principalmente em regiões que ficam expostas à luz solar – como rosto, orelha, braços e colo. Existe também o lúpus sistêmico, considerado mais grave, que acomete um ou mais órgãos internos, a exemplo dos rins, cérebro e pulmões.

Segundo a diretora médica de diagnósticos da Dasa Centro-Oeste (Exame Medicina Diagnóstica, Atalaia Medicina Diagnóstica, Imagem e Laboratório e Laboratório Bioclínico), Tatiana Veloso, o diagnóstico do Lúpus é feito a partir da consulta com um médico, exame físico e também por exames laboratoriais. “A análise clínica indicada é o Fator Anti-Núcleo (FAN). Porém, existem pessoas que apresentam FAN positivo mesmo sem a doença, então a interpretação do resultado deve ser feita por um especialista para evitar diagnósticos inadequados”, esclarece Tatiana.

Segundo a médica, devem ainda ser analisados outros anticorpos associados à doença, como: anti-Sm e anti-ds-DNA. “Após o diagnóstico, o paciente tem que realizar uma série de outros exames de forma rotineira para avaliar a atividade do lúpus”, enfatiza.

Tratamento
Para a reumatologista Tainá Carneiro, o tratamento é muito centrado no paciente, em quais sintomas ele tem. “Não existe uma receita de bolo para o lúpus. Podemos usar corticoides e medicações modificadoras de doença para controle nas formas mais leves a moderadas. Se é uma atividade mais considerável, como lesões renais, no sistema nervoso central ou no pulmão, aí temos que usar medicações mais potentes”, explica.

Segundo Tainá, o Lúpus costuma atingir mulheres jovens, em idade reprodutiva, e a doença pode causar diversos transtornos nessa fase da vida. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, com outros médicos, educadores físicos e nutricionistas. A alimentação balanceada, atividade física e hábitos de vida saudáveis são essenciais para reduzir a inflamação e melhor resposta ao tratamento medicamentoso. Além disso, é comum que as pacientes apresentem transtornos de humor e ansiedade, e o acompanhamento com um psicólogo é necessário para enfrentamento da doença e adesão ao tratamento.

“Eu gosto de falar para a paciente que o lúpus é um diagnóstico, não uma sentença. Se entendermos que é preciso enfrentar uma doença crônica com uma postura proativa, é possível ter uma ótima qualidade de vida”, conta Tainá Carneiro. “São pacientes, em sua grande maioria mulheres, que vão ter dor, vão ter fadiga, com lesões aparentes na pele, e tudo isso pode influenciar no trabalho e nas relações sociais da paciente. Por isso o apoio tanto dos profissionais de saúde quanto dos familiares e demais pessoas próximas é tão importante”, finaliza.

Esperança
Recentemente, uma equipe de cientistas do Centro de Imunologia Personalizada na Austrália, a partir do sequenciamento genômico do DNA de uma menina de sete anos, com lúpus grave, conseguiu identificar uma mutação em um gene chamado TLR7.

Essa mutação permite que a proteína TLR7 se ligue facilmente a um componente de ácido nucleico chamado guanosina. O fato faz com que a sensibilidade das células imunológicas fique mais ativa, o que torna mais provável a identificação de possíveis ameaças e ataques ao tecido saudável.

A partir dessa descoberta, os pesquisadores trabalham com farmacêuticas para identificação de possíveis tratamentos mais direcionados ao gene que sejam eficazes no combate da doença.

Por Redação Jornal de Brasília

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