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Anvisa disponibiliza consulta de rótulos de medicamentos

Notícias 21-01-2022 Lilian Russo

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A Anvisa acaba de disponibilizar a consulta de rótulos de medicamentos. A iniciativa tem como objetivo facilitar a identificação e o uso seguro de medicamentos. Ao realizar a pesquisa na página de Consultas, o usuário poderá visualizar os rótulos atualizados dos medicamentos registrados pela Agência.Nesse sentido, é ...

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Pequena proteína reduz níveis de açúcar, gera patente e pode ser aliada no combate ao diabete

Notícias 18-01-2022 Lilian Russo

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Uma pequena proteína cuja origem são as células do corpo humano pode ter um grande papel no controle da diabete. Em pesquisa com participação do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, cientistas descobriram que o peptídeo Ric4,

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CMED divulga dois fatores da fórmula do ajuste anual de preço de medicamentos

Notícias 13-01-2022 Lilian Russo

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Em reunião extraordinária realizada nesta segunda-feira (10/1), o Comitê Técnico-Executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) definiu em 0% (zero por cento) o valor do fator de produtividade (Fator X) referente ao reajuste de preços de medicamentos

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USP recruta participantes para estudo sobre os primeiros três anos de vida

Notícias 12-01-2022 Lilian Russo

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Pesquisadores da USP estão recrutando 500 bebês, de até 3 meses de vida, para participarem de um projeto que vai analisar, durante três anos, diversos fatores que influenciam no desenvolvimento cognitivo humano. O Projeto Germina busca estudar os mil primeiros dias de vida

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Janeiro Branco

Notícias 09-01-2022 Lilian Russo

Janeiro Branco

O que é Janeiro Branco? O Janeiro Branco é uma campanha ao estilo da Campanha Outubro Rosa e da Campanha Novembro Azul. O seu objetivo é chamar a atenção da humanidade para as questões e necessidades relacionadas à Saúde Mental e Emocional das pessoas e das instituições humanas.

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Estudo identifica novo mecanismo de regulação da inflamação sistêmica

sistemaimuneCientistas do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) descobriram que macrófagos do baço e do fígado se comunicam e atuam na regulação da inflamação sistêmica, resposta natural do sistema imune a infecções mais graves.
A descoberta abre novas perspectivas para entender melhor a importância da comunicação entre órgãos em infecções graves ou generalizadas, o que pode servir como base para estudar novos tratamentos.
A pesquisa foi publicada em artigo na revista Science Signaling e teve apoio da FAPESP pelo Projeto Temático “Hipotermia na sepse: causas e consequências”.
Macrófagos são células do sistema imune responsáveis por fiscalizar alterações

nos tecidos,

induzindo a produção de proteínas, chamadas de citocinas, que “avisam” o organismo de que há um agente infeccioso que precisa ser eliminado. Até então, acreditava-se que os macrófagos do baço eram os maiores produtores de TNF, a primeira citocina pró-inflamatória liberada durante uma infecção.

No entanto, segundo o pesquisador Alexandre Steiner, coordenador do estudo, em entrevista para a Acadêmica Agência de Comunicação, esse papel parece ser dos macrófagos do fígado, que por sua vez recebem um estímulo do baço.

“Em modelos animais de inflamação sistêmica, nós verificamos que a produção de TNF no fígado foi aumentada pelo leucotrieno B4 (LTB4) liberado pelo baço. O LTB4 é um mediador derivado do metabolismo de lipídios que participa da regulação da inflamação”, explica Steiner. Segundo ele, muitos estudos mostravam que, quando o baço é retirado, os níveis de TNF ficam reduzidos. “Isso nos surpreendeu, pois agora acreditamos que o TNF diminui devido à falta de estímulo do baço no fígado, e não porque o baço é o principal produtor. O baço deixa de ser visto de forma isolada”, completa.

A regulação da inflamação sistêmica, feita pela comunicação entre baço e fígado, é importante para que haja um equilíbrio na resposta imune. Indivíduos que produzem pouco TNF são imunossuprimidos, ou seja, apresentam uma resposta imune menos eficaz, enquanto o excesso de TNF pode resultar em uma inflamação sistêmica exacerbada, causando danos ao organismo.

“Falhas nesse mecanismo de regulação podem ajudar a explicar a sepse, infecção generalizada que é a principal causa de morte nas UTIs, chegando a 65% no Brasil”, comenta o pesquisador.

Steiner acredita que, por meio de um maior entendimento das interações entre órgãos, futuramente será possível desenvolver estratégias para uma medicina personalizada, com formas de ativar mais o sistema imune ou reduzir a sua atividade, dependendo da necessidade de cada paciente. “A ativação do sistema imune poderia ser feita por meio da administração de leucotrieno B4 ou de outro composto similar, por exemplo. Ao mesmo tempo, para diminuir essa atividade, podemos aplicar um antagonista de leucotrieno B4 – que não impede a produção de TNF e o combate à infecção, apenas reduz.”

O estudo foi feito em modelos de inflamação sistêmica induzida por lipopolissacarídeos (LPS), que são fragmentos de bactérias. Agora o grupo pretende analisar esse mecanismo nas próprias doenças infecciosas e entender em quais circunstâncias há uma maior ou menor ativação do eixo baço-fígado. “Além disso, buscamos compreender qual é a influência da obesidade, do envelhecimento e de outras condições nesse contexto”, conclui o pesquisador.

Agência FAPESP – Com informações da Assessoria de Comunicação do ICB-USP .Imagem: Pixabay

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