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Hospital Moinhos de Vento busca pacientes voluntários para pesquisas de novos tratamentos

Notícias 15-09-2021 Lilian Russo

Hospital Moinhos de Vento busca pacientes voluntários para pesquisas de novos tratamentos

O Centro de Pesquisa Clínica do Hospital Moinhos de Vento busca novos voluntários para participarem de estudos sobre terapias e abordagens para o tratamento de diferentes doenças. O espaço existe há 19 meses e, atualmente, tem 102 pesquisas em andamento.Os estudos são patrocinados por parceiros ou por iniciativa do investigador — ...

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Link para reunião do Focep do dia 27 de setembro

Notícias 14-09-2021 Lilian Russo

Link para reunião do Focep do dia 27 de setembro

Próxima reunião do Focep! Data: 27 de setembro (segunda-feira) Horário: das 10 às 12h Tema "Especificidades dos estudos com genéricos e dispositivos para a saúde"

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Pesquisadores buscam vacina capaz de neutralizar o novo coronavírus ainda no nariz

Notícias 03-09-2021 Lilian Russo

Pesquisadores buscam vacina capaz de neutralizar o novo coronavírus ainda no nariz

Uma vacina em forma de spray nasal de fácil aplicação, baixo custo, proteção duradoura inclusive contra variantes e capaz de bloquear a ação do novo coronavírus ainda no nariz, onde começam as infecções. Esse é o objetivo de um projeto que está sendo desenvolvido por um grupo de pesquisad...

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Grupo da USP identifica sete fármacos com potencial para serem testados contra o SARS-CoV-2

Notícias 01-09-2021 Lilian Russo

Grupo da USP identifica sete fármacos com potencial para serem testados contra o SARS-CoV-2

Por meio de uma técnica conhecida como reposicionamento de fármacos, pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP)

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Reunião do Focep - 27 de setembro

Notícias 31-08-2021 Lilian Russo

Reunião do Focep - 27 de setembro

Ontem, 30 de agosto, tivemos nossa reunião do Focep sobre: "Especificidades éticas dos estudos com cosméticos e alimentos" e contamos com a presença de Angela Soares, Ariadne Morais e Flavia Addor com excelentes discussões sobre os temas.

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Estudo detalha atuação de proteína que ‘captura’ metais livres associados a doenças neurodegenerativas

metalotioneinaPesquisadores do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) e colaboradores da Universidade de Nanjing (China) detalharam pela primeira vez o funcionamento da metalotioneína humana, uma proteína responsável por controlar a concentração de metais no organismo. O estudo mostrou como a molécula atua para “capturar” moléculas de zinco, cobre, ferro e até mesmo de metais pesados, como mercúrio, impedindo que esses elementos vaguem livres pelo organismo e causem doenças.


Publicado na revista Research, o trabalho teve financiamento da FAPESP por meio do Programa São Paulo Researchers in International Collaboration (SPRINT).

Os cientistas uniram técnicas de microscopia de força atômica e simulações moleculares por supercomputação para identificar como as ligações entre a proteína e os metais são estabelecidas e quebradas.

Como descrevem os autores no artigo, a metalotioneína é altamente dinâmica, quase “líquida”, pois não apresenta uma estrutura fixa e muda constantemente de acordo com as ligações químicas com os metais, que são de baixa estabilidade, quebram e se reformam facilmente.

“Materiais contendo metais são duros e estáveis do ponto de vista macroscópico, mas microscopicamente mostramos que podem ser extremamente flexíveis. A metalotioneína seria o mais próximo que existe no mundo biológico de algo como o personagem de metal líquido do filme Exterminador do Futuro 2, por exemplo”, afirma Guilherme Menegon Arantes, um dos coordenadores do estudo, em entrevista à Assessoria de Comunicação do IQ-USP.

O pesquisador explica que a metalotioneína ajuda a regular a concentração dos metais no organismo, mantendo uma condição de equilíbrio (homeostase). Quando estão livres no corpo, os metais, até mesmo os naturais e essenciais, podem se tornar tóxicos, causando reações danosas nas células. “Nós mostramos que a proteína é capaz de encapsular os metais, evitando que causem reações adversas”, diz Arantes.

No entanto, alguns metais que desempenham funções importantes, como o ferro e o zinco, precisam ser utilizados por outras proteínas. “Por isso, as ligações são frágeis: para que a metalotioneína possa transportar e liberar os metais no momento certo para exercerem as suas atividades”, completa.

Metais como zinco, cobre e ferro já foram relacionados por outros estudos a doenças neurodegenerativas. Isso porque os metais livres nos neurônios podem se ligar a proteínas-chave, impedindo-as de realizarem as suas funções corretamente.

Outro problema decorrente de metais livres envolve o metabolismo energético. Os metais pesados podem atrapalhar o funcionamento da mitocôndria, organela responsável por gerar energia para os processos metabólicos. “A presença desses metais aumenta a produção de radicais livres, que podem fazer reações em cadeia, não controladas, e lesar as células”, comenta o professor.

Os pesquisadores também descobriram que a proteína é capaz de se ligar a dezenas de metais diferentes, desde metais naturais essenciais para o organismo, como zinco, a metais pesados e tóxicos, como cádmio e mercúrio. Essas características foram observadas pelos pesquisadores chineses por meio da microscopia de força atômica, uma tecnologia que permite manipular uma única molécula com resolução atômica e verificar as suas propriedades mecânicas e físico-químicas.

O artigo Highly Dynamic Polynuclear Metal Cluster Revealed in a Single Metallothionein Molecule pode ser lido em: https://spj.sciencemag.org/journals/research/2021/9756945/.

Agência FAPESP com informações da Assessoria de Comunicação do IQ-USP

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