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Vacina de Oxford: alterações no protocolo de pesquisa

Notícias 10-08-2020 Lilian Russo

A Anvisa autorizou hoje à pedido uma mudança no protocolo de pesquisa da vacina de Oxford contra o Covid-19. O produto está em fase de pesquisa como possível proteção contra a doença.

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Vídeo da última reunião do Focep

Notícias 05-08-2020 Lilian Russo

O vídeo de nossa última reunião do dia 27 de julho de julho está disponível na íntegra no site da SBPPC, nossa parceira.Basta acessar o link:https://www.sbppc.org.br/g-focep-uma-visao-sistemica-do-projeto-de-lei-708217-20200727-1232-1-

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Dia 4 de agosto - Dia Nacional da Campanha Educativa de Combate ao Câncer

Notícias 04-08-2020 Lilian Russo

Dia 4 de agosto - Dia Nacional da Campanha Educativa de Combate ao Câncer

Hoje, dia 4 de agosto, é comemorado o Dia Nacional da Campanha Educativa de Combate ao Câncer. Esse dia tem como objetivo chamar a atenção da sociedade para o cuidado constante com a saúde, por meio de medidas que possam prevenir o câncer. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), todos os anos, no mundo, mais de 12 mil...

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Próximas reuniões do FOCEP - 2020

Notícias 27-07-2020 Lilian Russo

As próximas reuniões do FOCEP serão nos dias: 31 de agosto - das 9:30 às 12h28 de setembro- das 9:30 às 12h26 de outubro- das 9:30 às 12h30 de novembro- das 9:30 às 12h

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Reunião - dia 27 de julho - “Visão Sistêmica do PL 7082/17”

Notícias 22-07-2020 Lilian Russo

Reunião - dia 27 de julho -  “Visão Sistêmica do PL 7082/17”

Nossa próxima reunião será no dia 27 de julho, das 9:30h às 12h, on-line, pela plataforma WebexO tema será: “Visão Sistêmica do PL 7082/17” Promoção: FOCEP em parceria com a SBPPCApoio: Câmara Municipal de São Paulo - Gabinete do Vereador Paulo Frange Qualquer dúvida, mande um e-mail...

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Investimentos em pesquisa e inovação são essenciais para enfrentar futuras pandemias

cientistas1Os investimentos em ciência e inovação, realizados por universidades, instituições de pesquisa e empresas de base tecnológica nas últimas décadas, permitiram que países como o Brasil dessem respostas rápidas aos desafios apresentados pela atual pandemia de COVID-19.
Agora, os esforços em pesquisa e inovação para o enfrentamento da COVID-19 capacitarão as nações para oferecer respostas não apenas a futuras pandemias, mas também às crises climática e energética ou ataques cibernéticos que ameaçam a sociedade global.
A avaliação foi feita por participantes de um

encontro on-line, promovido no dia 08 de julho pelo Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), capitaneado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI)

, para debater sobre por que o investimento em inovação será imprescindível no pós-crise.

O debate teve a participação de Frederick Bordry, diretor de aceleração e tecnologia da Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (CERN), Jussi Manninen, vice-presidente da VTT, da Finlândia, e Antonio José Roque, diretor-geral do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). A moderação do encontro foi feita por Luiz Eugênio Mello, diretor científico da FAPESP.

“A FAPESP olha para pesquisas e projetos de tecnologia e inovação de longo prazo que, provavelmente, não fornecerão respostas imediatas. É essa pesquisa de longo prazo, que está sendo financiada pelas agências de fomento hoje, que contribuirá para enfrentar novas pandemias e solucionar desafios futuros”, avaliou Mello.

Os investimentos feitos pela FAPESP nos últimos anos em projetos desenvolvidos pela empresa Magnamed , por meio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), permitiram que a startup se habilitasse para assinar um contrato com o Ministério da Saúde em abril para fornecer 6,5 mil ventiladores pulmonares até agosto de 2020, exemplificou Mello.

“A Magnamed é um dos casos de sucesso do PIPE-FAPESP. A empresa exporta para diversos países esses equipamentos, que estavam em falta no mundo todo”, disse Mello.

A construção nas últimas décadas de uma plataforma para o desenvolvimento de medicamentos no CNPEM também permitiu que um grupo de pesquisadores do Laboratório Nacional de Biociências, localizado em Campinas, começasse a testar a ação de drogas já disponíveis no mercado para combater o SARS-CoV-2, disse Roque.

“Logo no início da pandemia de COVID-19, iniciamos um projeto de redirecionamento de fármacos por intermédio de uma rede criada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações [MCTIC], para tentar identificar possíveis moléculas com ação contra o novo coronavírus. Conseguimos encontrar algumas candidatas e começamos a fazer ensaios pré-clínicos, testando a ação delas em células infectadas pelo vírus”, disse.

Um dos medicamentos testados por pesquisadores do CNPEM, a nitazoxanida, demonstrou em testes in vitro ter 93,4% de eficácia no combate à infecção causada pelo SARS-CoV-2. Com base nos resultados, o MCTIC decidiu realizar um teste clínico com cerca de 500 pacientes em cinco hospitais militares no Rio de Janeiro, um em São Paulo e outro em Brasília, para confirmar ou refutar o efeito do medicamento. Os testes estão em curso.

A VTT, por sua vez, está trabalhando em várias frentes no combate à COVID-19. Uma delas é o desenvolvimento de um teste rápido para detecção da doença, em parceria com a Universidade de Helsinque e com empresas finlandesas, além da produção de equipamentos de proteção individual e pesquisa de uma vacina, contou Manninen.

“O que estamos fazendo agora, e que ajudará no futuro, é analisar como podemos contribuir para aumentar a resiliência do país na gestão de crises. O conhecimento e a capacidade que temos de estudar sistemas dinâmicos, por exemplo, analisando questões de gerenciamento e gestão de riscos, podem ajudar o país na crise atual e nas futuras”, avaliou o pesquisador.

Ciência para ameaças globais

Na opinião de Manninen, soluções voltadas à economia de baixo carbono e eficiência de recursos devem estar agora na mira dos institutos de ciência e tecnologia, das universidades e das empresas.

“Temos de começar a olhar, do ponto de vista do desafio, para soluções low carbon, para eficiência de recursos. A tendência é que não seja apenas uma questão tecnológica, mas que se conjugue com problemas da sociedade, com políticas públicas. Temos de olhar mais na direção da interação da ciência e tecnologia com políticas públicas”, defendeu Manninen.

Para Bordry, o treinamento de jovens pesquisadores, cientistas e empreendedores deve ser flexível a fim de que eles sejam capazes de lidar com qualquer tipo de crise que venha a surgir.

A pandemia de COVID-19 mostrou que o mundo está fortemente interconectado, o que torna qualquer problema surgido em uma região do planeta um desafio de todos, avaliou.

“Pudemos ver isso na atual pandemia, em que uma crise que começa em qualquer canto do planeta espalha-se para todos os lugares. Estou convencido de que qualquer crise climática, energética ou cyber ataque será global. Temos de estar preparados cada vez mais para fazer pesquisa globalmente”, afirmou.

Por Elton Alisson | Agência FAPESP

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