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LGPD - Continuar recebendo informes do FOCEP

Notícias 22-09-2020 Lilian Russo

LGPD - Continuar recebendo informes do FOCEP

A Lei Geral de Proteção de Dados permite, dentre outras coisas, que você decida de quem você deseja receber mensagens. Sendo assim, gostaríamos de sua autorização para continuarmos em contato. Se você está de acordo em receber nossos comunicados e mensagens basta enviar um e-mail para: contato@focepbrasil.net.br ...

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Estudo sugere que o SARS-CoV-2 é capaz de infectar e matar linfócitos

Notícias 16-09-2020 Lilian Russo

Estudo sugere que o SARS-CoV-2 é capaz de infectar e matar linfócitos

Experimentos conduzidos na Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto indicam que o novo coronavírus é capaz de infectar e levar à morte diferentes tipos de linfócitos – células-chave na defesa do organismo contra patógenos. Não se sabe ainda se há queda na imunidade decorrente desse ataque e qua...

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Publicados guias de inspeção em Boas Práticas Clínicas

Notícias 15-09-2020 Lilian Russo

Publicados guias de inspeção em Boas Práticas Clínicas

A Anvisa publicou, sexta-feira (11/9), dois guias de inspeção em Boas Práticas Clínicas (BPC) referentes a ensaios clínicos com medicamentos e produtos biológicos. O Guia nº 35 trata de inspeção em centros de ensaios clínicos e o Guia nº 36, de inspeção em patrocinadores e Organizaç&ot...

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Suspensão dos testes da vacina da Astrazeneca

Notícias 09-09-2020 Lilian Russo

Suspensão dos testes da vacina da Astrazeneca

A Anvisa recebeu nesta terça-feira (8/9) o comunicado de suspensão dos testes da vacina contra a Covid-19 do laboratório Astrazeneca, uma vez que o Brasil é um dos países do mundo que participa do estudo global. O laboratório informou que o estudo COV002, que trata da avaliação de segurança e eficácia da...

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Boas Práticas Veterinárias, um webinar de sucesso

Notícias 08-09-2020 Lilian Russo

Boas Práticas Veterinárias, um webinar de sucesso

Manter um intercâmbio de ideias e um canal de diálogo com a autoridade regulatória é a melhor maneira de garantir a qualidade de um projeto de pesquisa clínica. Também é necessário haver uma padronização da linguagem entre todos os envolvidos num projeto, assim como regras claras balizando todas as suas fases,...

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HU terá pesquisa com células-tronco para tratamento de ombro Destaque

pesquisa celulas tronco 1024x683A definição de medicina regenerativa é ampla, mas, resumidamente, pode ser entendida como um processo de substituição ou regeneração de células, tecidos ou órgãos humanos, com a finalidade de restaurar as suas funções normais. No Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS), filial da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), a medicina regenerativa terá lugar em um estudo, cujo pesquisador responsável é o médico ortopedista Ronald Barreto.

“O Comitê de Ética do HU, que é vinculado ao comitê de ética nacional, autorizou a realização do procedimento previsto em nosso projeto. Elaborei o projeto, que tem participação dos alunos da graduação de medicina da UFS, e estou como pesquisador responsável, em parceria com o professor Reuthemann Madruga. Vamos agora começar a captar os pacientes”, relata Ronald.

O médico explica que todo projeto de pesquisa dessa natureza deve ter critérios de inclusão e de exclusão. “Precisamos de 25 pacientes com uma patologia bem específica. Vamos verificar se todos estão com exame que mostre o não rompimento completo do tendão, esse rompimento tem que ser parcial. A faixa etária deve ser entre 18 e 65 anos, ambos os sexos. O paciente não pode ter feito nenhum procedimento no ombro nos últimos 12 meses, como infiltração, medicamentos injetáveis, não pode ter feito cirurgia e nem pode ter problema hematológico, ou seja, no sangue”, pontua.
De acordo com o pesquisador, será disponibilizado, em data a ser divulgada, um dia de atendimento para fazer a triagem desses pacientes, que passarão por avaliação inicial, verificando se podem, ou não, participar da pesquisa.

“Após a seleção, caso seja incluído no estudo, o paciente vai ser submetido à avaliação clínica detalhada e receberá um cartão de identificação, mostrando que participa do projeto. Ele receberá a aplicação de células-tronco dele mesmo, um procedimento de baixo risco. Será então acompanhado e, após um ano, vamos verificar os resultados preliminares, procurando mostrar que é viável fazer, dentro do SUS, um procedimento inovador e que tem mostrado uma eficácia muito grande”, detalha o ortopedista.

Ronald Barreto destaca que a ideia principal é começar a mexer com células-tronco, com tratamento regenerativo. “É um tema interessante, inovador, que pode trazer soluções para o SUS [Sistema Único de Saúde], além de ser de baixo custo. Vamos entrar em uma nova fase da ortopedia, que já está estabelecida fora do país, na Europa, nos Estados Unidos: a medicina regenerativa, que traz uma nova abordagem da ortopedia no tratamento de artroses e problemas osteomoleculares e musculares”, ressalta.

O médico explica que a medicina regenerativa está baseada em utilizar a nossa biologia, as nossas próprias substâncias, para estimular o crescimento de tecido que normalmente não cresce. “Quando se tem um desgaste de uma artrose, por exemplo, uma artrose de joelho, que é quando se tem o desgaste da cartilagem. Alguns medicamentos tentam regenerar, como o colágeno, mas a eficiência desses medicamentos não está comprovada. Estão começando a surgir há algum tempo algumas alternativas, uma delas é o transplante de células-tronco. Você tira gordura do próprio organismo, como se fosse uma lipoaspiração, liquefaz, emulsifica e injeta nas articulações que precisam de tratamento”, esclarece.

Para ele, algumas das vantagens do tratamento estão na melhora do nível de dor, melhora da função do braço, em devolver o levantamento de braço, com custo baixo e com grande vantagem em relação, por exemplo, ao tratamento com corticoide, que pode ter efeitos colaterais no estômago, de glicemia ou engordar o paciente. “São resultados clínicos e funcionais sem os efeitos colaterais adventos da terapia tradicional, que é o corticoide”, completa.

A triagem dos pacientes envolvidos no estudo será realizada no próprio HU-UFS, com o apoio da equipe de ortopedistas, estudantes e pessoal administrativo. “Já foi mostrado em outros países que o tratamento é economicamente vantajoso, tem baixo custo, foi eficaz em outras populações, e trabalha o conceito de preservação das nossas estruturas, que é o princípio da medicina regenerativa”, observa o pesquisador.

Sobre a Rede Hospitalar Ebserh

O Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS) faz parte da Rede Hospitalar Ebserh desde outubro de 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) foi criada em 2011 e, atualmente, administra 40 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência.

Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), e, principalmente, apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas.

Devido a essa natureza educacional, os hospitais universitários são campos de formação de profissionais de saúde. Com isso, a Rede Hospitalar Ebserh atua de forma complementar ao SUS, não sendo responsável pela totalidade dos atendimentos de saúde do país.

Hospital Universitário e Rede Ebserh

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