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Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos veterinários

Notícias 28-04-2026 Lilian Russo

Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos veterinários

Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos VeterináriosUm encontro estratégico para discutir regulamentação, avanços e tendências do setor.???? 8 de maio de 2026???? Câmara Municipal de São Paulo???? inscreva-se!https://forms.gle/curzU6CAkYGNESL28

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INAEP - composição

Notícias 28-04-2026 Lilian Russo

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Nova Plataforma Nacional de Pesquisa

Notícias 11-04-2026 Lilian Russo

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A 1ª Reunião Ordinária, no âmbito da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde – SCTIE/MS é um passo concreto e significativo rumo à institucionalização de uma plataforma que está sendo construída com responsabilidade, escuta ativa e participação plural.

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Proteção e ciência: consulta pública vai orientar normas para biobancos e uso de material biológico humano

Notícias 10-04-2026 Lilian Russo

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A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep), colegiado do Ministério da Saúde, publicou no Diário Oficial da União (DOU) de 02/04, uma consulta pública para definir parâmetros para a criação, governança e operação de biobancos, locais onde são armazenados, por longo prazo, mate...

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Formulário de inscrição do processo seletivo de especialistas para compor a Instância Nacional de Ética em Pesquisa – INAEP

Notícias 02-04-2026 Lilian Russo

Formulário de inscrição do processo seletivo de especialistas para compor a Instância Nacional de Ética em Pesquisa – INAEP

Acesse o formulário de inscrição do processo seletivo de especialistas para compor a Instância Nacional de Ética em Pesquisa – INAEP:

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Artrite reumatoide: Pesquisadores apostam em prevenção da doença

artritereumatoideHá pouco mais de 15 anos, receber o diagnóstico de artrite reumatoide significava, para o paciente, uma vida de dor, deformidades, perda de produtividade e limitações. Hoje, a doença permanece grave, mas conhecimentos aprofundados dos mecanismos que a conduzem — o que levou ao aprimoramento da abordagem terapêutica — permitiram que, em um intervalo curto de tempo, os prognósticos melhorassem significativamente.

Embora já seja possível atingir a remissão da doença e minimizar ou até evitar as comorbidades, ainda assim, 60% dos pacientes não respondem à medicação adequadamente. A mortalidade de pessoas com artrite reumatoide também é maior, comparada a quem não sofre dessa condição autoimune. É por isso que, além de insistir na necessidade de diagnosticar e tratar precocemente, o que retarda a evolução dos sintomas, os médicos começam a discutir a prevenção da doença reumática.

A ideia é que, em um futuro próximo, quem tem perfil de alto risco seja submetido a exames que detectam anticorpos e outras substâncias associadas à artrite reumatoide e possa receber intervenções para evitar que ela se manifeste. As possibilidades de prevenir a enfermidade foi tema de uma edição especial da revista Clinical Therapeutics, da editora Elvesier, na mesma semana em que se realizou, em Madri, o Congresso Europeu de Reumatologia.

A artrite reumatoide é uma doença autoimune, quando o corpo passa a atacar as próprias células por não reconhecê-las como parte dele mesmo. Esse processo está presente em todas as pessoas e é importante para varrer do organismo células defeituosas que são produzidas diariamente. Porém, no caso dos pacientes, mesmo as saudáveis são consideradas inimigas e combatidas por conjuntos do sistema imunológico.
Sinais precoces
Hoje, se sabe que, ao menos cinco anos antes de a doença sintomática de fato se instalar, há produção aumentada de algumas substâncias, detectáveis na corrente sanguínea. “A maior parte das doenças autoimunes só é identificada uma vez que o indivíduo fica ‘doente’. Por exemplo, com a artrite reumatoide, quando a pessoa sente dor e tem inchaço nas articulações”, diz o médico Tsang Tommy Cheung, professor de medicina da Universidade de Hong Kong e um dos editores convidados da revista.

“Exames de sangue podem, agora, identificar aqueles em alto risco antes que se sintam doentes, abrindo um horizonte totalmente novo de triagem e possível prevenção. Tratar a artrite reumatoide muito precocemente pode permitir terapias mais baratas e seguras porque, quando a doença se desenvolve em toda sua forma, tipicamente precisamos de medicamentos muito poderosos para controlá-la”, explica o especialista.

Na edição especial da Clinical Therapeutics, pesquisadores sugerem a realização de estudos clínicos para avaliar se, uma vez identificados os pacientes em alto risco, sejam feitos testes com medicamentos usados hoje para tratar a doença já instalada, com objetivo de verificar se a estratégia pode evitar ou atrasar o desenvolvimento da artrite reumatoide. Eles destacam que, antes de transformar a prevenção em prática clínica, é preciso avaliar se os benefícios serão maiores que os riscos, já que todo remédio tem efeitos colaterais.

O reumatologista Levi Jales Neto, da Rede de Hospitais São Camilo, de São Paulo, afirma que alguns estudos-pilotos europeus já avaliaram o tratamento com imunossupressores antes da fase sintomática em pessoas predispostas e com anticorpos presentes. Porém, ele diz que os resultados foram insuficientes para se estabelecer um protocolo clínico. “Os estudos tiveram como resultado o início mais tardio da doença. Mas, por submeter as pessoas a riscos de efeitos adversos da medicação, essa estratégia não é utilizada na prática clínica atual.”

"Exames de sangue podem, agora, identificar aqueles em alto risco antes que se sintam doentes, abrindo um horizonte totalmente novo de triagem e possível prevenção”, Tsang Tommy Cheung, professor de medicina da Universidade de Hong Kong

Por Paloma Oliveto
Correio Braziliense
(foto: Fernando Lopes/CB/D.A Press)

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