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Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos veterinários

Notícias 28-04-2026 Lilian Russo

Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos veterinários

Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos VeterináriosUm encontro estratégico para discutir regulamentação, avanços e tendências do setor.???? 8 de maio de 2026???? Câmara Municipal de São Paulo???? inscreva-se!https://forms.gle/curzU6CAkYGNESL28

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INAEP - composição

Notícias 28-04-2026 Lilian Russo

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A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep) é um órgão colegiado independente, vinculado ao Ministério da Saúde, que representa um avanço na modernização do sistema de ética em pesquisa no Brasil. Sua atuação contribui para a redução de prazos, a ampliaçã...

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Nova Plataforma Nacional de Pesquisa

Notícias 11-04-2026 Lilian Russo

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A 1ª Reunião Ordinária, no âmbito da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde – SCTIE/MS é um passo concreto e significativo rumo à institucionalização de uma plataforma que está sendo construída com responsabilidade, escuta ativa e participação plural.

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Proteção e ciência: consulta pública vai orientar normas para biobancos e uso de material biológico humano

Notícias 10-04-2026 Lilian Russo

Proteção e ciência: consulta pública vai orientar normas para biobancos e uso de material biológico humano

A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep), colegiado do Ministério da Saúde, publicou no Diário Oficial da União (DOU) de 02/04, uma consulta pública para definir parâmetros para a criação, governança e operação de biobancos, locais onde são armazenados, por longo prazo, mate...

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Formulário de inscrição do processo seletivo de especialistas para compor a Instância Nacional de Ética em Pesquisa – INAEP

Notícias 02-04-2026 Lilian Russo

Formulário de inscrição do processo seletivo de especialistas para compor a Instância Nacional de Ética em Pesquisa – INAEP

Acesse o formulário de inscrição do processo seletivo de especialistas para compor a Instância Nacional de Ética em Pesquisa – INAEP:

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Pesquisa liderada por brasileiro mostra relação entre defeito genético e autismo

autismoUma equipe liderada por um pesquisador brasileiro na Universidade da Califórnia, em San Diego, conseguiu desvendar a relação entre um defeito genético e comportamentos típicos do autismo, transtorno que afeta o desenvolvimento do cérebro. O estudo, resultado de testes em camundongos, foi publicado na revista 'Nature Translational Psychiatry' no último dia 17.
A pesquisa de Muotri tem como foco o gene Setd5, que funciona como um "leitor" de outros genes, diz o cientista, ativando ou desativando outros genes.

Essas ativações ou desativações são feitas por meio de alterações químicas que alteram a expressão do gene.

"O Setd5 atua em estágios iniciais do desenvolvimento e é essencial para a vida. A perda de função das duas cópias do gene leva à morte prematura", explica Muotri. Cada pessoa tem duas cópias de cada gene no corpo.

"O que descobrimos é que, quando a célula tem apenas uma cópia funcional do Setd5, ele não é capaz de modular todos os genes durante o desenvolvimento. Em neurônios, isso equivale a redução do número de sinapses, levando a uma menor conexão entre as células. Como consequência, as redes nervosas se comportam de maneira imatura, levando ao atraso do neurodesenvolvimento", diz o cientista.

Com os testes, a equipe de pesquisadores conseguiu traçar um esboço dos problemas de desenvolvimento no cérebro, como os do autismo, que são causados pela perda dessa cópia. Isso trouxe um entendimento melhor de como o Setd5 atua nas células.

Mais de mil genes
Muotri explica, no entanto, que o Setd5 é apenas um de mais de mil genes implicados no autismo, que traz dificuldades na comunicação e interação social, além de distúrbios do sono, ansiedade e realização de comportamentos repetitivos.

Não há só um tipo de autismo, mas gradações dentro desse transtorno de desenvolvimento — daí vem a sua classificação como Transtorno do Espectro Autista. Enquanto alguns casos são mais leves, comenta Muotri — levando a quem tem o transtorno até a rejeitar a ideia de cura — , em outros o quadro traz mais problemas.

"Existem casos em que o sofrimento do autista é evidente — esses casos se beneficiariam de um tratamento ou mesmo cura. Já sabemos que o autismo pode ser reversível em alguns casos, então focamos em auxiliar esse processo naqueles menos favorecidos. A finalidade do cientista é trazer a “opção” de tratamento — a decisão final de se tratar ou não pertence a cada indivíduo", avalia.

Por Lara Pinheiro, G1

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