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Reunião do dia 20 de março

Notícias 20-03-2019 Lilian Russo

Reunião do dia 20 de março

Hoje, dia 20 de março, aconteceu mais uma reunião do Focep na Câmara Municipal de São Paulo. Foi apresentado um resumo das atividades da Semana de Divulgação e Informação da Pesquisa Clínica incluindo a exposição do Dr. Venâncio sobre futura norma de gradação de risco.

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Temas da reunião de amanhã, 20 de março

Notícias 19-03-2019 Lilian Russo

Temas da reunião de amanhã, 20 de março

Amanhã, quarta-feira,dia 20 de março, será nossa reunião do Focep, na Câmara Municipal de São Paulo. (Viaduto Jacareí, 100.) Os temas abordados serão:Resumo das atividades da Semana de Divulgação e Informação da Pesquisa Clínica incluindo a exposição do Dr. Venâncio so...

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Próxima reunião - 20 de março

Notícias 18-03-2019 Lilian Russo

Lembramos que a próxima reunião do FOCEP e do Programa Ação InterCeps será no dia 20 de março, quarta-feira, na Câmara Municipal de São Paulo. (Viaduto Jacareí, 100.) Esperamos por você! Horário: das 10h às 12h Evento gratuito e não há necessidade de fazer inscrição.

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XX Encontro Nacional de Profissionais em Pesquisa Clínica

Notícias 15-03-2019 Lilian Russo

Amanhã, dia 16 de março é o dia do nosso "XX Encontro Nacional de Profissionais em Pesquisa Clínica" Tema Central: “Pesquisa Clínica: de tudo o que mudou, o que mudou para o Brasil” ANVISA: Processos regulatórios da Pesquisa Clínica: pontos críticos, avanços e desafios futurosPesquisa Clínica co...

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Dia 13 de março -Pesquisa Clínica Veterinária

Notícias 13-03-2019 Lilian Russo

Dia 13 de março -Pesquisa Clínica Veterinária

Hoje, dando continuidade à Semana Municipal de Informação e Divulgação da Pesquisa Clínica, aconteceu o evento: "Pesquisa Clínica Veterinária", na Câmara Municipal de São Paulo.Contamos com a presença de:

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Atlas da osteoporose mostra fatores genéticos ligados à doença Destaque

20190104234359644697iA osteoporose é um dos problemas de saúde relacionado à idade mais comuns na população, com previsão de aumento de casos. Ela se caracteriza pela redução progressiva da força óssea, que resulta em alto risco de fratura. Especialmente entre idosos, as fraturas podem ter consequências graves, incluindo o risco de morte. Para tratar de maneira mais eficaz esses

pacientes, pesquisadores canadenses criaram um atlas de fatores genéticos relacionados à doença. Por meio dos dados levantados, eles pretendem ajudar na criação de medicamentos e aperfeiçoar os que já são usados.

O trabalho, divulgado recentemente na revista Nature Genetics, mostra o resultado de uma análise genética feita com 426.824 indivíduos. Os pesquisadores identificaram 518 genes, dos quais 301 foram descobertos recentemente. Segundo os autores, o material mapeado explica 20% da densidade mineral óssea estimada (DMO), um dos fatores clínicos mais relevantes no diagnóstico da osteoporose.

Ao refinar ainda mais a análise, os cientistas isolaram um conjunto de genes com maior potencial para se tornar alvo de drogas. “Essa precisão que a genética nos oferece deve nos permitir aprimorar os fatores que podem ter o maior efeito na melhora da densidade óssea e na redução do risco de fratura”, explica, em comunicado, John Morris, principal autor do estudo e pesquisador da Universidade no Instituto Lady Davis (LDI, em inglês).

Novas investigações sobre a osteoporose também poderão ser beneficiadas, diz Morris. “Poucas doenças, atualmente, têm centenas de dados genômicos. Nossa pesquisa facilitará também mais estudos sobre a biologia óssea, a ajudar a entender os diversos fatores envolvidos nesse sistema”, explica.

Sandra Maria Andrade, reumatologista do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, e membro titular da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), destaca que a pesquisa mostra dados ainda mais robustos de um tema conhecido na área médica, a relação do DNA com a osteoporose. “Já sabíamos que existem fatores genéticos determinantes. Sabemos também que mulheres apresentam mais chances de ter esse problema do que os homens, uma interferência de gênero. Mas o interessante do artigo é que ele vai além disso. Por meio de uma biblioteca de dados, eles conseguiram quantificar esses genes”, diz.

Avanço terapêutico
Brent Richards, um dos autores do estudo e geneticista do Centro de Epidemiologia Clínica do LDI, destaca a aplicabilidade da descoberta. Segundo ele, o mapeamento dos fatores genéticos representa progressos significativos no desenvolvimento de remédios. “Temos poucas opções de tratamento e muitos pacientes com alto risco de fraturas que não tomam medicamentos pela falta de resultados positivos. Esse conjunto de alterações genéticas que influenciam a DMO fornece alvos de drogas que, provavelmente, serão úteis para a prevenção de fraturas osteoporóticas”, justifica.

Há drogas atuais para evitar a perda óssea que devem ser tomadas em horário rigoroso, o que dificulta a adoção do tratamento. De acordo com Morris, a possibilidade de prescrever injetáveis que constroem os ossos seria um avanço terapêutico. “Acreditamos que haverá maior sucesso em fazer com que os pacientes sigam um regime de tratamento se ele for simplificado”, explica.

Sandra Maria Andrade acredita que outra forma de explorar o atlas da osteoporose é identificar razões que levam pacientes a não mais responder ao tratamento prescrito. “Temos remédios que não agem da mesma forma em todas as pessoas. Com esse levantamento genético, seria mais fácil entender por que isso ocorre e agir para que fosse corrigido, deixando os ossos mais resistentes e evitando, assim, as fraturas."

Por Vilhena Soares
Correio Braziliense
foto: Editoria de Arte/CB

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