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'Há um grande esforço para fazer pesquisa clínica no Brasil

Notícias 18-06-2019 Lilian Russo

'Há um grande esforço para fazer pesquisa clínica no Brasil

Uma das áreas mais afetadas pelos anunciados cortes orçamentários do governo federal, a pesquisa científica abrange desde novas tecnologias para aumentar a segurança em barragens até o desenvolvimento de medicamentos para combater epidemias. Este último segmento, o de pesquisa clínica, é responsável pela desc...

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Nova técnica de edição genética evita mutações involuntárias

Notícias 13-06-2019 Lilian Russo

Nova técnica de edição genética evita mutações involuntárias

Pesquisadores anunciaram ontem, quarta-feira, que encontraram uma nova técnica de edição genética que não "corta" o DNA, o que evita o aparecimento de mutações indesejadas no genoma, um problema dos métodos utilizados até agora.Esta nova tecnologia "funciona mais como um cola molecular que como tesouras moleculares"...

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Agradecimento - Reunião de 10 de junho

Notícias 10-06-2019 Lilian Russo

Agradecimento - Reunião de 10 de junho

Agradecemos a todos que nos acompanharam na reunião de hoje do FOCEP e a todos que enviaram suas dúvidas. A próxima reunião será no dia 31 de julho - CURSO INTERCEPs - FOCEP Sala Luiz Tenorio de Lima – sala C

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Reunião de hoje, 10 de junho

Notícias 10-06-2019 Lilian Russo

A reunião de hoje, na Câmara Municipal de São Paulo, será na Sala Oscar Pedroso Horta.O tema é "Lei de Proteção de Dados". Começa às 9:30h Todos podem acompanhar pelo link: http://www.saopaulo.sp.leg.br/transparencia/auditorios-online/sala-oscar-pedroso-horta-sala-b/ E podem enviar suas dúvidas por nossas r...

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Homenagem aos 20 anos da SBPPC

Notícias 07-06-2019 Lilian Russo

Homenagem aos 20 anos da SBPPC

Hoje, à noite, às 19:30h, a SBPPC será homenageada na Câmara Municipal de São Paulo e convida a todos para participarem desse evento,no Salão Nobre.

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Médicos britânicos testam ‘bafômetro’ que pode detectar câncer Destaque

1 voluntario usando a mascara que esta sendo testada para deteccao de cancerMédicos britânicos começaram testes clínicos para testar se uma espécie de "bafômetro" é capaz de detectar a ocorrência de câncer.
O objetivo dos pesquisadores é saber se os diferentes tipos de câncer que afetam o corpo humano deixam algum tipo de rastro químico que possa ser detectado na respiração humana.
A equipe do instituto Cancer Research UK,

da Universidade de Cambridge, vai coletar amostras de respiração de 1.500 pessoas – algumas delas já diagnosticadas com câncer.

Se a tecnologia se mostrar eficaz, poderá ser usada por clínicos gerais para saber se há necessidade de estudos mais aprofundados.

Os testes do "bafômetro" poderiam ser usados em conjunto com outros, como os de urina e de sangue, para ajudar os médicos a detectar o câncer ainda nas fases iniciais, disseram os pesquisadores.
Os resultados desses primeiros testes com o "bafômetro", porém, só estarão disponíveis daqui a dois anos.

Clínicos gerais ouvidos pela reportagem se mostraram entusiasmados com a pesquisa, mas disseram ser improvável que o "bafômetro" se torne um instrumento disseminado para combater o câncer tão cedo.

Como funciona o teste?
Quando estão funcionando normalmente, as células que formam o nosso corpo liberam moléculas chamadas compostos orgânicos voláteis (VOCs, na sigla em inglês).

Mas, quando atingidas pelo câncer ou por outras doenças, o comportamento normal das células é alterado: elas parecem produzir estas moléculas num padrão diferente, inclusive com outro odor.

O que os pesquisadores estão tentando saber é se estes padrões e cheiros podem ser identificados pelo tal bafômetro, se podem ser diferentes para cada tipo de câncer e se podem ser percebidos já nos primeiros estágios da doença.

Qual é o potencial destes testes?
As avaliações clínicas ainda estão em fase inicial. Por isso, vários anos serão necessários para saber se os resultados são promissores ou não.

A ciência por detrás do teste, em si, não é nova.

Vários pesquisadores em todo o mundo já investigam a possibilidade de usar bafômetros para detectar diversos tipos de câncer há anos, inclusive o câncer de pulmão.

Há diversas indicações de que os testes de respiração podem ser usados para detectar sintomas pré-cancerosos - mas ainda não está claro o quão acurados estes testes são.

Para ser usado de forma massiva, estes testes terão de se mostrar sensíveis o suficiente para evitar diagnósticos errados e falsos resultados positivos.

Em resumo, ainda há um longo caminho a ser percorrido e muito mais pesquisa é necessária antes que testes de respiração comecem a aparecer nos consultórios dos clínicos gerais.

É possível ainda que cães também sejam usados para "farejar" os odores presentes no câncer e em outras doenças, como o Mal de Parkinson.

Como são os testes conduzidos em Cambridge
Um primeiro teste está sendo realizado em pacientes com suspeitas de câncer no esôfago e no estômago. Em seguida, serão incluídas pessoas com cânceres de próstata, rins, bexiga, intestino e pâncreas.

Pessoas saudáveis também serão participarão dos testes, como grupo de controle.

As pessoas testadas terão de respirar através de uma máscara durante 10 minutos, para que uma amostra possa ser coletada. Os testes se darão no Hospital Addenbrooke, da Universidade de Cambridge (Reino Unido).

As amostras, então, serão enviadas para análise em um laboratório em Cambridge.

'Melhores chances de sobrevivência'
Rebecca Coldrick, de 54 anos, foi uma das primeiras pessoas a participar dos testes. Ela possui uma doença chamada Esôfago de Barrett - que não é um câncer, mas pode evoluir para esta doença.

"Fiquei muito feliz em poder participar do teste, quero ajudar na pesquisa da forma que eu puder", disse ela.
"Penso que quanto mais pesquisa houver para o monitoramento de doenças como a minha, e quanto menos invasivos forem os métodos, melhor", disse Coldrick.
"Precisamos urgentemente desenvolver novas ferramentas, como este teste de respiração, que possam ajudar a detectar e diagnosticar o câncer antecipadamente, dando aos pacientes mais chances de sobreviver à doença", disse a pesquisadora Rebecca Fitzgerald, que coordena os testes no Centro Britânico de Pesquisa de Câncer de Cambridge.

Para o médico David Crosby, chefe de pesquisa em detecção precoce no instituto Cancer Research UK, os testes de respiração são uma tecnologia com o potencial "para revolucionar a forma como nós detectamos e diagnosticamos o câncer no futuro".

O instituto no qual Crosby trabalha, aliás, elegeu a pesquisa nesta área como uma de suas prioridades máximas.

Fonte: BBc - via G1
Foto: Owlstone Medical LTD

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