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Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos veterinários

Notícias 28-04-2026 Lilian Russo

Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos veterinários

Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos VeterináriosUm encontro estratégico para discutir regulamentação, avanços e tendências do setor.???? 8 de maio de 2026???? Câmara Municipal de São Paulo???? inscreva-se!https://forms.gle/curzU6CAkYGNESL28

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INAEP - composição

Notícias 28-04-2026 Lilian Russo

INAEP - composição

A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep) é um órgão colegiado independente, vinculado ao Ministério da Saúde, que representa um avanço na modernização do sistema de ética em pesquisa no Brasil. Sua atuação contribui para a redução de prazos, a ampliaçã...

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Nova Plataforma Nacional de Pesquisa

Notícias 11-04-2026 Lilian Russo

Nova Plataforma Nacional de Pesquisa

A 1ª Reunião Ordinária, no âmbito da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde – SCTIE/MS é um passo concreto e significativo rumo à institucionalização de uma plataforma que está sendo construída com responsabilidade, escuta ativa e participação plural.

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Proteção e ciência: consulta pública vai orientar normas para biobancos e uso de material biológico humano

Notícias 10-04-2026 Lilian Russo

Proteção e ciência: consulta pública vai orientar normas para biobancos e uso de material biológico humano

A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep), colegiado do Ministério da Saúde, publicou no Diário Oficial da União (DOU) de 02/04, uma consulta pública para definir parâmetros para a criação, governança e operação de biobancos, locais onde são armazenados, por longo prazo, mate...

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Formulário de inscrição do processo seletivo de especialistas para compor a Instância Nacional de Ética em Pesquisa – INAEP

Notícias 02-04-2026 Lilian Russo

Formulário de inscrição do processo seletivo de especialistas para compor a Instância Nacional de Ética em Pesquisa – INAEP

Acesse o formulário de inscrição do processo seletivo de especialistas para compor a Instância Nacional de Ética em Pesquisa – INAEP:

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USP de Ribeirão Preto testa células modificadas no combate à leucemia

celulasPesquisadores da USP de Ribeirão Preto (SP) esperam realizar, a partir de 2019, os primeiros testes em humanos de uma técnica que promete aumentar as expectativas de cura para pacientes com leucemia e linfomas no Sistema Único de Saúde (SUS).
Inédito no Brasil, segundo os estudiosos, o método utiliza células geneticamente modificadas do próprio paciente e é menos agressivo do que a quimioterapia e a radioterapia.

Os trabalhos são conduzidos na Fundação Hemocentro de Ribeirão, que sedia o Centro de Terapia Celular (CTC/USP).

O objetivo do grupo, formado por 20 pesquisadores, é reduzir os efeitos colaterais do tratamento ao mesmo tempo em que encontram alternativas para baixar os seus custos - a terapia personalizada foi desenvolvida pela Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e já está disponível, mas custa em torno de R$ 1,5 milhão por paciente.
Em 2016, foram registrados 23 mil novos casos de linfoma e leucemia no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA).
"Existem poucas possibilidades de tratamento para esses pacientes hoje e esse novo tratamento com células é uma esperança grande para que eles possam ficar curados do câncer", afirma o pesquisador Rodrigo Calado, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP/USP).
O procedimento consiste em modificar, em laboratório, os linfócitos extraídos do sangue do paciente - é necessária a retirada de 300 mililitros.
Nesse processo, essas células ganham sensores que as ajudam a reconhecer e a destruir as células cancerígenas e são expandidas antes de serem introduzidas de volta na corrente sanguínea, onde se multiplicam. "O medicamento neste caso é a própria célula do paciente", afirma Calado.
Dentro do organismo, estima-se que uma única célula modificada seja capaz de destruir 100 mil cancerígenas. "Essa modificação genética impede que a célula do câncer se esconda do sistema imune."
Apesar da eficácia evidenciada nos estudos fora do país, o método ainda apresenta efeitos colaterais como a baixa no sistema imunológico e alterações neurológicas que precisam ser amenizados.
"A gente precisa ter segurança de que essa célula não vai causar nenhum mal para o paciente. Isso porque a gente modifica essas células geneticamente e isso precisa ser feito com muito cuidado, com muita segurança dentro do laboratório. A outra questão são os efeitos colaterais do tratamento em si. Pode existir uma tempestade inflamatória. Quando você injeta essas células a gente tem uma reação inflamatória muito grande e isso precisa ser controlado", afirma o pesquisador.
Hoje, os pesquisadores testam a técnica em camundongos. Até o fim de deste ano, um estudo clínico experimental será submetido para avaliação no Comitê Nacional de Ética em Pesquisa.
A previsão é de que os primeiros pacientes humanos com leucemia linfoide aguda recebam o tratamento em um ano, em caráter experimental no Hospital das Clínicas, afirma Kelen Malmegrim de Farias, pesquisadora da Faculdade de Farmácia da USP.
"No momento a gente está implantando essa tecnologia igual à que é feita no exterior, mas a ideia é otimizar essa tecnologia pra que a gente tenha um custo menor aqui no Brasil", diz.

Por Jornal da EPTV 2ª Edição

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