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Inovação e alta demanda geram renda no setor farmacêutico do Brasil

Em meio à crise da indústria brasileira no ano de 2014, o setor fabricante de medicamentos é uma exceção. O Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos de São Paulo (Sindusfarma) estima que, em 2014, haja um crescimento de 14% a 15% no faturamento anual.

Com tamanho desenvolvimento no setor, a perspectiva dos fabricantes é de que o Brasil supere países como Alemanha, tomando o posto de quarto maior mercado farmacêutico mundial - atrás apenas dos EUA, China e Japão (lembrando que há 4 anos o Brasil mantinha-se na 10ª posição do ranking, mas devido ao crescimento de vendas, encontra-se como 6º colocado no ano presente).

Segundo Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindusfarma, o crescimento ocorre devido ao aumento de emprego formal, pois há um impulso no mercado de planos e seguros de saúde. "O bom desempenho reflete o ganho de poder aquisitivo da população de baixa e média renda nos últimos anos", afirma.

Alheio ao aumento de emprego formal, outros fatores são citados como "causadores" do desenvolvimento do setor. Adib Jacob, presidente da subsidiária brasileira da Novartis, afirma que "o aumento da demanda também é consequência de uma mudança no perfil epidemiológico da população, resultado do aumento médio do tempo de vida, tornando mais comum a incidência de doenças mais frequentes entre a população mais idosa, como o câncer, e também do aumento da população urbana, tradicionalmente mais sedentária e propensa a doenças respiratórias, hipertensão, cardiopatias e diabetes".

Ainda sobre a fabricação de medicamentos, Jacob alega que a inovação impulsiona os negócios através de medicamentos mais eficazes ou que tratam de classes de doenças para as quais anteriormente não havia produtos, o que gera maior renda.

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